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Era digital na educação: como os notebooks educacionais podem ampliar o acesso e a inclusão digital

Não podemos negar a presença da tecnologia em nossas vidas. São smartphones, computadores e dispositivos móveis que otimizam as nossas tarefas pessoais e profissionais. Os notebooks educacionais são um ótimo investimento que facilita bastante a implantação da era digital na educação.

Diante disso, um assunto recorrente nas reuniões escolares é a adaptação às novas tecnologias, fator imprescindível para o desenvolvimento integral do estudante. Logo, é muito importante promover acesso e inclusão digital com máquinas capazes de revolucionar o precioso ato de educar.

Acompanhe nos tópicos como essa escolha cria um futuro mais igualitário ao focar em um aprendizado que usa tecnologia de ponta. Continue conosco e faça uma boa leitura!

Os desafios da era digital na educação

Diferentemente das outras gerações, a geração Z e Alpha nasceram com acesso à internet e essa realidade permitiu que muitas escolas adequassem o uso da tecnologia na educação infantil. São usados jogos e aplicativos que estimulam o raciocínio lógico, e a gamificação desperta interesse pelo novo e estimula a criatividade.

Entretanto, engajar o time pedagógico para a transformação digital no setor educacional ainda é um desafio. A falta de conhecimento e prática deixam os professores despreparados e sem as ferramentas necessárias para um futuro mais digital e inclusivo. 

Ao mesmo tempo que é recomendável experimentar novas metodologias, participar de cursos de capacitação e ter flexibilidade para lidar com mudança são fatores determinantes no letramento digital rumo a uma melhora significativa no aprendizado dos estudantes.

Confira abaixo outros desafios presentes até hoje em muitas instituições de ensino. 

Acesso à internet precário ou inexistente

Como muitos educadores já sabem, o uso das máquinas possibilita uma parceria produtiva entre a tecnologia e os alunos. A introdução da Educação 4.0 enriquece o conhecimento diariamente e traz mais inteligência ao aluno a cada aula. 

Contudo, estamos em um país bastante conhecido por sua desigualdade social. O acesso à internet em determinadas regiões ainda é muito precário, e esse fator enfraquece a experiência do estudante. Sem uma conectividade adequada, não será possível difundir o conhecimento da melhor forma.

Transformação além da digitalização de tarefas

Alguns profissionais enxergam a transformação digital na educação somente como uma forma de reduzir tarefas manuais e digitalizar processos educacionais. No entanto, a capacitação de profissionais da área possibilita o uso da tecnologia para criar ambientes virtuais que possibilitam, por exemplo, o reforço escolar.

Os alunos poderão aprender tarefas complexas de uma maneira mais divertida e interativa porque as ferramentas tecnológicas são meios que ajudam a compreender as necessidades de cada estudante e personalizar cada vez mais o ensino. 

Contudo, a escola também precisa incluir e explorar políticas de inclusão digital e responsabilidade social, apostar em tarefas que fortaleçam o respeito às diferentes realidades socioeconômicas e viabilize a inclusão de minorias.

Os notebooks educacionais como ferramenta para democratizar o ensino

Os educadores e as instituições de ensino têm a chance de mudar o rumo da educação com a chegada de notebooks educacionais nas escolas. Afinal, o futuro digital é uma realidade que precisa estar acessível a todos. 

Com dispositivos de aprendizagem inclusivos, equipados com processadores Intel® e Windows 11, sua escola ajuda cada aluno a trabalhar seus potenciais na sala de aula ou em casa.

Sendo assim, vale dizer que existem produtos com os quais o estudante pode acessar os conteúdos interativos sem depender de conexão de rede, como foco total no bem-estar social e emocional.

Essa é uma ótima forma de combater a desigualdade digital a partir de uma ferramenta democrática, que minimiza as diferenças entre alunos, além de expandir o acesso ao conhecimento e personalizar o ensino.

De maneira geral, os notebooks educacionais oferecem recursos e ferramentas online muito úteis para os professores planejarem aulas, expandir criatividade na criação de conteúdos educacionais, bem como acompanhar o progresso dos alunos e identificar maneiras de trazer mais engajamento ao ensino. 

Os notebooks educacionais possibilitam o aprendizado fora do horário escolar para que a educação seja contínua e totalmente acessível.

A personalização do aprendizado com tecnologia de ponta

É muito importante usar a tecnologia a favor da aprendizagem, e essa é uma maneira pertinente de investir na transformação digital na educação. Quando falamos de tecnologia de ponta, não podemos esquecer da importância da inteligência artificial, um ótimo meio para melhorar as experiências no ato de educar.

Trata-se de um recurso bastante vantajoso que ajuda a identificar determinadas necessidades de aprendizagem dos respectivos estudantes e adequar linguagem e estilo para uma comunicação mais adaptativa, ajustando as aulas ao nível de dificuldade de cada estudante e personalizar o conteúdo para que o entendimento seja mais fácil. 

Podemos destacar também o uso de Big Data como forma de tomar decisões acertadas e facilitar intervenções pedagógicas. A quantidade de dados que os notebooks educacionais podem gerar, por exemplo, é uma ótima fonte de elaboração de relatórios personalizados, com foco na criação de exercícios práticos que despertam o interesse dos alunos e viabilizam outras formas de aprendizado.

Seja por meio da criação de conteúdos educativos de vídeos e animações, histórias digitais que usam recursos audiovisuais, óculos de realidade virtual e até mesmo a criação dos próprios jogos virtuais, os docentes conseguem ter mais controle sobre minúcias importantes do aprendizado e desempenho individual.

O futuro da sua escola com notebooks educacionais

Com todas essas vantagens, fica claro que investir em produtos equipados com processadores Intel® e o Windows 11, da Microsoft, é o melhor caminho para conferir mais dinâmica à sala de aula, seja ela virtual ou física.

É por isso que gestores da educação e professores devem focar em fornecer notebooks educacionais de confiança para facilitar o aprendizado. Nós, da Positivo Tecnologia, temos diversas opções, como os notebooks N6440, N1210 e N1212, que auxiliam na rotina da sua instituição de ensino. Assim você consegue promover a inclusão digital na educação, sem barreiras e sem preocupação com limitações tradicionais.

Gostou do conteúdo? Então, acesse o nosso site para entender melhor tudo que podemos oferecer para a sua rotina educacional.

Tecnologia na Educação: como a TI impulsiona métodos ativos de aprendizagem

A tecnologia na educação tem transformado práticas pedagógicas, promovendo a integração entre tecnologia e pedagogia. Ela transforma metodologias tradicionais de ensino em métodos ativos de aprendizagem, com experiências mais dinâmicas, interativas e personalizadas.

Plataformas digitais, ambientes virtuais e ferramentas como realidade aumentada e inteligência artificial estão revolucionando a forma como os alunos acessam o conhecimento e interagem com o conteúdo.

Para gestores e educadores, esses recursos atendem à crescente demanda por inovação, eficiência e engajamento em sala de aula. Além disso, a tecnologia permite o acompanhamento mais preciso do desempenho dos estudantes, facilitando intervenções pedagógicas e tomadas de decisão baseadas em dados.

Com o apoio de recursos tecnológicos, é possível adaptar o ensino às necessidades individuais, promovendo inclusão e aprendizado significativo. É sobre isso que vamos conversar neste conteúdo. Continue lendo para saber mais e veja como notebooks educacionais podem ser grandes aliados nesse processo.

Metodologias ativas: o que são e por que são essenciais na educação moderna

As metodologias ativas de ensino se referem a abordagens pedagógicas que colocam o aluno no centro do processo de aprendizagem. Elas estimulam a participação, a autonomia e o pensamento crítico dos estudantes.

É diferente do modelo tradicional, em que o professor é o único transmissor de conhecimento. Nos métodos ativos de aprendizagem, o educador atua como mediador, facilitando experiências práticas e colaborativas, além de incentivar o aluno na busca por informações e respostas, para que ele tenha mais interesse e curiosidade em aprofundar o seu aprendizado.

Entre os principais exemplos de métodos ativos estão a aprendizagem baseada em projetos (ABP), sala de aula invertida, gamificação, estudos de caso e aprendizado por resolução de problemas.

Essas estratégias valorizam o protagonismo do estudante e promovem uma aquisição de conhecimento mais significativa, já que conectam o conteúdo teórico à vivência prática e ao contexto real.

Na educação moderna, essas metodologias são indispensáveis porque estão alinhadas com as novas demandas do século XXI. Ajudam a formar indivíduos críticos, criativos e capazes de resolver problemas complexos. Elas também favorecem o engajamento, melhoram a retenção do conhecimento e integram o uso de tecnologias, tornando a aprendizagem mais atraente, interativa e eficaz.

Tecnologia na educação: notebooks educacionais N1210 e N1212 como aliados do ensino

Para adotar a tecnologia na educação e os métodos ativos de aprendizagem, é preciso modernizar, também, os recursos utilizados pelo educador. Os notebooks educacionais Positivo N1210 e N1212 são projetados para apoiar essas metodologias em sala de aula porque oferecem recursos que estimulam a colaboração, a interatividade e a mobilidade.

O design robusto e resistente é uma das características dos dois notebooks que contribuem para isso. Ambos contam com certificação IP54 contra líquidos e poeira, são resistentes a quedas e têm teclado resistente a derramamento de líquidos. Isso evita interrupções no uso em função de danos acidentais e aumenta a durabilidade do equipamento.

A tela conversível 360° é mais um recurso atrativo. O modelo N1210 ainda traz uma câmera rotativa de 180°, enquanto o N1212 vai além, oferecendo tela full-touch que se transforma em tablet e tem opção de caneta. Isso facilita atividades práticas, como escrita digital, desenho ou realidade aumentada, fortalecendo o aprendizado ativo.

Em relação ao desempenho, os dois notebooks atendem muito bem ao uso em sala de aula. Eles são equipados com processadores Intel® Celeron®, com suporte para até 16 GB de RAM e opções de armazenamento eMMC de até 128 GB ou SSD de até 1 TB. Assim, garantem estabilidade para apps educacionais, vídeos, plataformas e ambientes virtuais de aprendizagem.

Essas características são complementadas pela conectividade e a segurança. Tanto o N1210 quanto o N1212 disponibilizam portas USB-C 3.2 Gen 1, USB-A 3.2 Gen 1, HDMI, Ethernet (opcional), Wi-Fi e Bluetooth. Além disso, contam com recursos como leitor biométrico (opcional) e chip TPM 2.0 (integrado ou opcional), permitindo integração a redes escolares e proteção de dados. Eles vêm com Windows 11 Pro/Home.

Sala de aula invertida, gamificação e ensino híbrido com TI

Os notebooks educacionais N1210 e N1212 são ideais para métodos ativos de aprendizagem devido à sua configuração técnica e capacidade. Eles são uma ótima maneira de inserir a tecnologia na educação, pois atendem muito bem às metodologias em alta hoje em dia, como sala de aula invertida, gamificação e ensino híbrido.

Isso porque oferecem, por exemplo, mobilidade e versatilidade. O formato conversível permite que os alunos troquem entre modos “notebook”, “tenda” e “tablet”, favorecendo apresentações, colaborações e uso de apps interativos.

A durabilidade contra imprevistos também merece destaque. Afinal, os métodos ativos de aprendizagem deixam o aluno mais livre para interagir com as máquinas, logo, elas precisam ser resistentes. A construção robusta do N1210 e do N1212 reduz custos com manutenção e evita perdas de aula por danos.

O notebook educacional N1212 tem um recurso ainda mais interessante para a interação intuitiva. Afinal, o touch e a caneta (opcional) tornam o ensino mais envolvente, apoiando práticas como debates por mapas mentais, resolução de problemas em grupo e uso de simulações digitais.

Além de tudo isso, esses equipamentos ainda podem ser integrados com softwares de sala de aula, ampliando a possibilidade de uso. Dessa forma, também facilitam o monitoramento em tempo real pelas equipes pedagógicas.

Intel® e Microsoft: soluções de alto desempenho para escolas inovadoras

As tecnologias resultantes da parceria da Positivo Tecnologia com a Intel® e Microsoft, oferecem uma base sólida e confiável para a transformação digital da educação, ainda mais no apoio às metodologias ativas de aprendizagem.

Juntas, proporcionam hardwares e soluções com desempenho, segurança e usabilidade, que fortalecem a atuação dos professores e potencializam o protagonismo dos alunos. Confira abaixo os detalhes.

Desempenho e eficiência com Intel®

Os processadores Intel® oferecem desempenho eficiente para multitarefas, acesso rápido a plataformas educacionais, videoconferências e uso simultâneo de aplicativos.

Esse conjunto assegura uma experiência fluida mesmo em ambientes escolares com uso intenso e múltiplos usuários por dispositivo.

Versatilidade e conectividade com Microsoft

O ecossistema Microsoft, principalmente com o Windows 11 e o Microsoft 365 Education, oferece uma série de ferramentas colaborativas, como o Microsoft Teams, OneNote, Word, Excel, PowerPoint e Minecraft Education.

Esses recursos facilitam a aprendizagem ativa por meio de:

Além dessas ferramentas, a Microsoft também oferece os Aceleradores de Aprendizagem, um conjunto de funcionalidades projetadas para potencializar o desenvolvimento de habilidades essenciais, como leitura, escrita, matemática e oratória. Eles integram diversos recursos como, por exemplo, o Treinador de leitura, que ajuda na compreensão textual e acessibilidade, o Progresso de Leitura, que auxilia professores no acompanhamento da fluência, e o Treinador de Discurso, que oferece feedback em tempo real para aprimorar a comunicação oral. Essas ferramentas fornecem suporte personalizado, permitindo que os alunos aprendam no seu próprio ritmo e com mais eficácia.

Como começar: escolha o melhor para sua escola com Positivo Tecnologia, Intel® e Microsoft

A integração entre tecnologia e pedagogia é um caminho fundamental para transformar a educação e prepará-la para os desafios do século XXI. Com soluções tecnológicas em sala de aula, gestores e educadores ampliam as possibilidades de ensino, promovendo metodologias mais ativas, colaborativas e personalizadas.

As ferramentas digitais facilitam o engajamento dos alunos, a gestão escolar e o acompanhamento do desempenho em tempo real, tornando a aprendizagem mais significativa.

Escolher as melhores tecnologias para uso em sala de aula exige atenção a fatores que vão além da inovação. É fundamental que as soluções realmente apoiem os objetivos pedagógicos e estejam alinhadas à realidade dos alunos e professores.

Primeiro, priorize a usabilidade e a acessibilidade. Ferramentas intuitivas, com interfaces simples e compatibilidade com diferentes dispositivos, facilitam a adoção por toda a comunidade escolar. Também é importante considerar tecnologias que ofereçam recursos de inclusão, como leitores de tela, legendas automáticas e ajustes de contraste.

Avalie também a durabilidade e o suporte técnico dos equipamentos, já que dispositivos robustos, com resistência a impactos e líquidos, por exemplo, evitam interrupções no aprendizado e reduzem custos com manutenção, conforme explicamos.

Outro ponto essencial é a integração com plataformas educacionais, pois as soluções que permitem colaboração, criação de conteúdo e acompanhamento de desempenho ajudam a potencializar metodologias ativas.

Por fim, escolha tecnologias que ofereçam segurança digital e respeitem a privacidade dos usuários, ainda mais de crianças e adolescentes. Afinal, é preciso considerar os riscos que o meio digital oferece e adotar ferramentas que tenham um bom nível de segurança ou permitam a implementação de sistemas para minimizar esses riscos.

Portanto, investir em tecnologia educacional é mais do que adquirir equipamentos. Trata-se de criar um ecossistema de aprendizagem convidativo, interativo e preparado para os desafios do presente e do futuro.

Para apoiar essa evolução, a Positivo Tecnologia oferece dispositivos e soluções educacionais desenvolvidos especialmente para o ambiente escolar, com foco em inovação, durabilidade e eficiência, trazendo a tecnologia de ponta oferecida por Intel® e Microsoft.

Você também pode promover a transformação em sala de aula e contar com a parceria da Positivo Tecnologia para implementar e explorar mais a fundo os métodos ativos de aprendizagem. Com o auxílio da tecnologia, você poderá potencializar sua proposta pedagógica e transformar a experiência de alunos e professores.

Acesse o site da Positivo Tecnologia e descubra como unir tecnologia e educação de forma inteligente e acessível!

Inteligência artificial e a nova fronteira da personalização

A inteligência artificial tem ampliado as possibilidades de personalização na jornada do cliente, trazendo eficiência, escala e relevância às interações entre marcas e consumidores. Com o uso estratégico de dados e algoritmos, empresas conseguem oferecer experiências cada vez mais alinhadas ao perfil e ao comportamento de cada usuário.

A Positivo Tecnologia destaca como a IA tem se tornado peça-chave nesse processo, permitindo desde recomendações mais precisas até comunicações adaptadas em tempo real. Essa abordagem impulsiona resultados, fortalece o relacionamento com o cliente e posiciona as organizações de forma mais competitiva no mercado.

No entanto, a adoção da hiperpersonalização também exige responsabilidade: garantir transparência no uso de dados, respeitar a privacidade e manter a segurança das informações são pontos essenciais para a tecnologia entregar valor de forma sustentável.

Para saber mais, confira a matéria completa escrita pelo vice-presidente de Estratégia e Inovação da Positivo Tecnologia, Leandro Rosa Dos Santos!

Vice-presidente de Estratégia e Inovação da Positivo Tecnologia

Como a IA redefine a segurança de dados nas empresas brasileiras? 

Artigo 3 – B2B 

Unir inovação e proteção é essencial para garantir a segurança dos dados e aproveitar todo o potencial da inteligência artificial nas empresas brasileiras 

Eduardo Jahnke (*) 

A rápida expansão da Inteligência Artificial (IA) no cenário empresarial brasileiro revela tanto uma oportunidade de inovação quanto desafios críticos em segurança de dados. Embora pesquisas recentes da IBM indiquem que 41% das empresas brasileiras já utilizam IA, esse número cai para 13% segundo estudos da TIC Empresas, mostrando que a adoção ampla ainda enfrenta barreiras, sobretudo em pequenas e médias organizações devido ao alto custo e à falta de capacitação. 

Com a adoção crescente da IA, a cibersegurança torna-se uma preocupação estratégica. De acordo com CIOs brasileiros, a segurança digital não é mais apenas um gasto, mas um investimento crucial para manter a confiança e maximizar os benefícios da IA. Contudo, à medida que as empresas ampliam o uso dessas tecnologias, também aumentam os riscos, exigindo estratégias diferenciadas conforme o nível de maturidade digital das organizações. 

Novas ameaças cibernéticas impulsionadas pela IA 

Cibercriminosos têm explorado intensamente a IA para desenvolver ataques mais eficazes e difíceis de detectar. Técnicas como phishing avançado, deepfakes, envenenamento de dados e ataques adversariais ganharam destaque pela sua alta sofisticação e eficácia. Em 2024, ataques de senhas chegaram a 7 mil por segundo, e a manipulação realista de imagens e vozes por deepfake levou a fraudes milionárias. No Brasil, o início de 2025 registrou 1,24 milhão de tentativas de fraude, refletindo a gravidade e expansão do problema.  

A amplificação dos erros humanos pela IA é particularmente preocupante, uma vez que 88% das violações têm essa origem. Com técnicas de engenharia social mais refinadas e personalizadas, funcionários ficam cada vez mais vulneráveis a ataques que exploram a confiança e o discernimento limitado, tornando imperativo o aprimoramento radical do treinamento e da conscientização. 

IA como aliada na defesa cibernética 

Em contrapartida, a IA também desempenha um papel crucial na defesa digital, oferecendo capacidades inéditas na detecção e mitigação de ameaças. Soluções que usam IA, como sistemas de Detecção e Resposta Estendidas (XDR) e Gerenciamento de Eventos e Informações de Segurança (SIEM), são capazes de analisar trilhões de sinais e apoiar na prevenção de ataques com maior precisão e rapidez. 

Essas tecnologias não só ampliam a capacidade de resposta das equipes de segurança como também atenuam a escassez global de profissionais qualificados em cibersegurança, que atualmente chega a 4,8 milhões. Atuando como um “copiloto”, a IA permite que equipes menores gerenciem volumes massivos de dados e ataques complexos, liberando profissionais para tarefas mais estratégicas. 

Estratégias fundamentais para proteger dados na era da IA 

Para navegar com segurança no ambiente digital atual, empresas devem adotar abordagens estratégicas que integram segurança desde a concepção dos sistemas de IA, conhecida como segurança e privacidade por design. Isso inclui rigorosa governança de dados, essencial para evitar vieses, vazamentos e assegurar conformidade com legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A infraestrutura também merece atenção especial. Para dados sensíveis ou sujeitos à soberania de dados, a infraestrutura on-premise pode oferecer vantagens em termos de controle e segurança física. Contudo, muitas empresas poderão se beneficiar de uma abordagem híbrida, equilibrando nuvens privadas com públicas, de acordo com a sensibilidade dos dados e requisitos regulatórios. 

A dependência de componentes externos de IA (modelos pré-treinados, APIs, bibliotecas) amplia a superfície de ataque, exigindo que CIOs e CISOs implementem inventário rigoroso de dependências, políticas de aprovação de fornecedores, ambientes isolados para testes e monitoramento contínuo para prevenir backdoors e comprometimentos na cadeia de suprimentos. 

Finalmente, o investimento maciço em capacitação humana é essencial. Diante da complexidade crescente das ameaças impulsionadas pela IA, treinamentos específicos devem abordar identificação de ataques avançados, uso seguro de ferramentas de IA e reconhecimento de deepfakes, transformando os colaboradores em uma sólida linha de defesa. 

A segurança de dados na era da Inteligência Artificial não é apenas um requisito técnico, mas um fator estratégico fundamental para o sucesso empresarial. Ao priorizar governança robusta, segurança desde o projeto, conformidade regulatória rigorosa e capacitação contínua das equipes, empresas brasileiras estarão preparadas não apenas para se proteger contra ameaças sofisticadas, mas também para aproveitar plenamente os benefícios transformadores da IA. 

(*) Eduardo Jahnke é gerente de Segurança da Informação e Segurança de Dados da Positivo Tecnologia 

A destreza digital é o que separa as promessas da inteligência digital dos seus resultados

*Por Guilherme Machado

Vivemos uma era em que a tão comentada IA é tratada como a próxima grande alavanca de produtividade nas empresas, mas essa conta ainda não fecha. Apesar dos avanços acelerados e dos crescentes investimentos, os ganhos efetivos frequentemente ficam aquém das expectativas. O entusiasmo esbarra em uma realidade frustrante para muitos líderes, visto que as promessas são gigantes, mas os resultados concretos demoram a aparecer. 

Esse cenário reflete um fenômeno conhecido como paradoxo da produtividade, que, apesar de já observado em outras revoluções tecnológicas, como a chegada do computador, ressurge com força na era da IA.

A ideia de paradoxo da produtividade foi apresentada em 1987 pelo economista Robert Solow e partiu de uma observação de que, apesar dos grandes investimentos de TI e avanços tecnológicos, não há impacto significativo nas estatísticas de produtividade.

A diferença agora é a escala, a velocidade e a urgência com que ele se manifesta no contexto da IA. Além disso, como nas vezes anteriores, a causa do problema não está apenas na tecnologia em si, mas na capacidade humana e organizacional de utilizá-la de forma estratégica e eficaz.   

 É aqui que entra o conceito de destreza digital (ou digital dexterity) e seu impacto no mercado. Diferentemente da fluência digital – relativa à simples familiaridade com ferramentas digitais –, o termo refere-se à ambição e habilidade de pessoas e organizações para adotar e aplicar tecnologias de forma estratégica na resolução de problemas corporativos.

Trata-se da capacidade de usar a tecnologia com propósito, criatividade e pensamento crítico, mas, principalmente, em ter iniciativa própria para conectar habilidades, tecnologias disponíveis e desafios do negócio. O Gartner já conseguiu evidenciar, em pesquisa feita nos EUA, em 2024, que trabalhadores que possuem destreza digital podem ser até 95% mais produtivos, se comparados com suas contrapartes.  

Sem esse tipo de competência, as empresas correm o risco de transformar tecnologias disruptivas em ferramentas subutilizadas, que geram pouco valor real.

E não por falha da IA, mas por falha de cultura, processos e lideranças que não preparam suas equipes para navegar nesse novo cenário. Em outras palavras, a tecnologia está disponível, mas frequentemente não gera valor porque os colaboradores não têm repertório, confiança ou incentivo para usá-la com propósito. 

Os principais casos de uso da IA Generativa, especificamente para trabalhadores do conhecimento, concentram-se em gerar conteúdos, sumarizar ou encontrar informações. O ganho de produtividade gerado a partir disso, na maioria das vezes, acaba sendo reinvestido em mais trabalho administrativo, como responder a mais e-mails ou gerar relatórios mais rápidos.

No entanto, para que os trabalhadores realmente tenham produtividade alavancada de maneira a maximizar valor, é necessária a construção de habilidades para que a IA seja utilizada de forma tão efetiva que ajude a removê-los do loop de trabalho administrativo, ampliando suas capacidades para se concentrarem em pensamento e atividades inovativas. 

Na tentativa de “surfar o hype” da IA, muitas empresas pulam etapas críticas, como o redesenho de processos, o engajamento das lideranças intermediárias e a formação continuada dos times. Superar o paradoxo da produtividade exige uma mudança cultural, e não apenas tecnológica.

Algo muito mais profundo e que passa, inevitavelmente, pelo desenvolvimento da destreza digital em todos os níveis organizacionais, incluindo ações coordenadas entre áreas como TI, RH e lideranças executivas. 

Na prática, isso significa investir não somente em trilhas de capacitação integradas a novas ferramentas, como também criar desafios e incentivos para que colaboradores tenham a ambição para resolver problemas do negócio a partir das habilidades adquiridas.

A ideia é preparar os times para extrair valor da tecnologia de forma alinhada às metas das companhias e do mercado como um todo. Como resultado, vemos iniciativas aceleradas com IA generativa, aumento da autonomia em processos analíticos e maior engajamento na resolução de problemas complexos. 

A inteligência artificial tem, sim, o potencial de ser uma alavanca poderosa de produtividade, mas só onde há maturidade para usá-la com intenção.

Desenvolver a destreza digital das equipes é o caminho para romper o paradoxo da produtividade, que não é uma falha da tecnologia, mas da forma como a usamos. Transformar o potencial tecnológico em vantagem competitiva exige muito mais do que orçamento e infraestrutura, requer preparo humano e visão estratégica. 

O futuro do trabalho não será apenas digital, mas “digitalmente destro”. A partir do momento em que CEOs, CIOs, CHROs e demais executivos entenderem essa nuance, eles estarão à frente não só da transformação tecnológica, mas da verdadeira transformação organizacional.  A que de fato prepara seus times para colher os frutos da IA, e não apenas para seguir a onda. 

*Guilherme Machado é especialista em Inteligência de Mercado no segmento B2B na Positivo S+

Positivo TecnologIA: a parceira do CIO na era da inteligência artificial

Crédito: Positivo TecnologIA – divulgação.

Saiba quais são os desafios do CIO moderno e como soluções de ponta a ponta com IA podem impulsionar a transformação digital e a estratégia dos negócios 

Leandro Rosa dos Santos (*)

Em um cenário marcado por disrupções tecnológicas, pressões por eficiência operacional e a urgência da transformação digital, o CIO moderno se vê diante de uma agenda cada vez mais desafiadora. Manter a infraestrutura tecnológica da empresa atualizada exige investimentos contínuos em servidores, redes, nuvem híbrida e cibersegurança, além de garantir escalabilidade para suportar picos de demanda e novos modelos de negócios digitais. 

Outro desafio crítico é manter o parque de dispositivos — notebooks, desktops, dispositivos móveis e equipamentos periféricos — sempre atualizado, seguro e produtivo, assegurando uma boa experiência ao colaborador e reduzindo o custo total de propriedade. 

A gestão do ecossistema de aplicações também se tornou vital: é necessário integrar sistemas legados com novas plataformas, viabilizar automações e garantir que todas as soluções estejam alinhadas aos objetivos de negócio. A cibersegurança passou a ser um fator central de continuidade operacional, diante do crescimento de ameaças, vazamentos de dados e ataques direcionados. Paralelamente, a inteligência artificial já é o principal vetor de competitividade e inovação. 

Porém, para que ela gere valor real, é fundamental integrá-la a uma arquitetura de infraestrutura moderna de forma simples, escalável e confiável, permitindo incorporar soluções que aumentem a produtividade dos usuários, a eficiência dos processos e o uso inteligente e seguro dos dados da organização para decisões mais assertivas. 

Além disso, cresce sobre o CIO a responsabilidade de alinhar a estratégia de tecnologia aos objetivos de negócios e dar suporte às iniciativas de sustentabilidade da organização. 

Isso envolve a busca por maior eficiência energética em dispositivos e data centers, descarte responsável de equipamentos obsoletos, redução da pegada de carbono digital e conformidade com regulamentações ambientais e sociais cada vez mais rigorosas. 

Diante de tantos vetores simultâneos, o CIO precisa mais do que fornecedores de tecnologia. Ele precisa de um parceiro confiável e estratégico, capaz de oferecer uma visão integrada de infraestrutura, dispositivos, aplicações, serviços gerenciados e soluções de IA. 

Que atue lado a lado, ajudando a tangibilizar ganhos de eficiência, acelerar a inovação, reduzir riscos e apoiar a sustentabilidade tecnológica em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico, conectado e exigente. 

Inteligência de ponta a ponta: do planejamento à execução 

Um dos maiores desafios dos CIOs modernos é a gestão de um ecossistema cada vez mais fragmentado de parceiros de tecnologia. Em ambientes corporativos mais simples, estima-se que um CIO lida com mais de 50 fornecedores. Em contextos mais complexos, esse número pode facilmente ultrapassar 100, incluindo parceiros de software, nuvem, infraestrutura, segurança e serviços gerenciados. 

Essa multiplicidade gera complexidade operacional, eleva os custos de integração, dificulta a governança e amplia os riscos de segurança e conformidade. Em resposta, muitos líderes de TI priorizam estratégias de consolidação, buscando parceiros capazes de entregar soluções completas e integradas. 

É nesse cenário que a Positivo TecnologIA se destaca ao oferecer, em um único parceiro, servidores de alto desempenho (tanto de dados quanto de IA), sistemas de virtualização e hiperconvergência (código aberto e proprietários), aplicações e licenciamento (on-premises e em nuvem) e serviços gerenciados de TI ponta a ponta.

Essa integração permite ao CIO reduzir drasticamente a complexidade da gestão, com mais controle, previsibilidade de custos, eficiência operacional e suporte especializado em um único lugar. Com a Positivo TecnologIA, o CIO e sua equipe podem concentrar-se em gerar valor para o negócio, enquanto toda a gestão da infraestrutura e da produtividade é assumida por um parceiro eficiente, capaz e confiável. 

Mais do que fornecedora, a empresa está preparada para ser a parceira de referência na jornada digital completa do CIO: desde o planejamento estratégico, desenvolvimento e aquisição de tecnologias, implementação e manutenção, até a renovação e circularidade dos ativos de TI.

 Isso permite a redução de custos e da complexidade da gestão do parque tecnológico, otimização da performance organizacional e foco total no core business do cliente, enquanto a Positivo TecnologIA cuida da TI com inteligência e segurança. 

Positivo TecnologIA — Soluções de ponta a ponta com IA 

Vivemos o início da era da inteligência artificial, na qual a transformação digital exige mais do que tecnologia: demanda visão, execução e parcerias confiáveis. Com 36 anos no mercado, a empresa reforça sua proposta de valor na nova versão da marca e apresenta ao mercado um poderoso ecossistema de hardware, software, serviços e sustentabilidade.

 Criado para apoiar o CIO moderno, as soluções integradas da Positivo TecnologIA oferecem a infraestrutura necessária para impulsionar a transformação digital e adoção da IA, a fim de reduzir a complexidade do ambiente tecnológico e acelerar a entrega de valor em toda a organização. 

Dispositivos inteligentes para produtividade 

Os dispositivos da Positivo TecnologIA garantem produtividade contínua e suporte ágil em qualquer ponto do território nacional. A empresa oferece um portfólio robusto de notebooks, desktops, tablets e celulares compreendido pelas marcas Positivo, VAIO e Infinix. São dispositivos preparados para a geração atual de aplicações e capazes de suportar também as novas versões com IA embarcada. 

Os novos produtos já contam com NPU (Neural Processing Unit) e tecla Copilot nativa, que otimizam o desempenho de ferramentas baseadas em IA generativa, oferecendo à sua empresa mais segurança e privacidade, graças ao processamento de dados organizacionais localmente. 

Nossos dispositivos e serviços são ideais para ambientes corporativos presenciais e híbridos, suportando profissionais de campo que necessitam mobilidade, conectividade e desempenho por meio da maior rede de serviços do país e com presença significativa na América Latina. 

Infraestrutura inteligente de servidores de alto desempenho 

A Positivo TecnologIA, em parceria com a Supermicro, oferece no Brasil o maior e melhor portfólio de soluções de infraestrutura para inteligência artificial, que vai desde workstations profissionais para desenvolvimento local até os mais avançados servidores em rack e superclusters de alta densidade otimizados para IA generativa, aprendizado profundo e computação de alto desempenho (HPC). 

A Supermicro é a líder global no fornecimento de sistemas para IA, com destaque para a nova geração de servidores baseados na arquitetura NVIDIA B200, que utilizam GPUs da arquitetura Blackwell para entregar níveis inéditos de desempenho e eficiência energética.

 A nossa parceria com a Supermicro permite inclusive oferecer soluções de resfriamento líquido em escala de rack. Sua solução de Resfriamento Líquido Direto (DLC) reduz o consumo de energia dos data centers em até 40% em comparação com instalações com resfriamento a ar. Essas soluções são ideais para inferência e desenvolvimento de modelos de linguagem de grande escala (LLMs), assim como outras aplicações intensivas em dados e processamento paralelo. 

A Positivo TecnologIA também disponibiliza no Brasil os SuperClusters da Supermicro, soluções integradas que combinam servidores, armazenamento e redes de altíssima velocidade, capazes de formar supercomputadores em racks compactos, como o NVIDIA GB200 NVL72, oferecendo escalabilidade exascale com consumo energético otimizado. 

Toda essa infraestrutura é compatível com ambientes de nuvem híbrida e arquitetura de containers, incluindo integração com os principais sistemas de supervisão e hiperconvergência do mercado, introduzindo nos data centers atuais verdadeiras competências de fábricas de IA, que permitem a criação de clusters específicos para inferência, fine-tuning, desenvolvimento de aplicações e agentes, além de pesquisa em inteligência artificial. 

Com suporte técnico nacional, integração local e contratos alinhados às necessidades do mercado brasileiro, a Positivo TecnologIA torna acessível às empresas brasileiras o que há de mais moderno e potente em infraestrutura para IA no mundo, atuando como parceira estratégica para CIOs que buscam acelerar a transformação digital com segurança, desempenho, produtividade e soberania tecnológica. Nos últimos dez anos, a empresa entregou os maiores e mais poderosos supercomputadores do Brasil, demonstrando força, solidez e experiência em soluções avançadas de infraestrutura tecnológica, HPC e IA. 

Nuvem inteligente, escalável e segura 

A Positivo TecnologIA possui ampla expertise em implementação e gestão de sistemas de nuvem privada, pública e híbrida, em soluções de código aberto, além de parcerias com as principais empresas do mercado de supervisão e hiperconvergência, em especial Microsoft e Nutanix. 

A empresa entrega soluções completas de gestão de nuvem híbrida, desde o desenho e implementação do sistema de supervisão, incluindo opções de licenciamento sob demanda e serviços gerenciados para migração e operação de ambientes multicloud; modelos híbridos com integração entre edge, data center e nuvem pública; suporte técnico nacional e ofertas personalizadas para PMEs, setor público e grandes corporações. 

Serviços gerenciados de TI 

A Positivo S+ atua como extensão do time de tecnologia do cliente, oferecendo: serviços de Digital Workplace com suporte proativo, gestão do ciclo de vida de dispositivos, automação de atendimentos e monitoramento remoto, bem como gestão de data center com suporte 24/7, operação de infraestrutura crítica e segurança da informação; projetos de hiperconvergência, virtualização e cibersegurança, com abordagem consultiva e execução ponta a ponta; mão de obra técnica especializada, alocada ou sob demanda, para suporte em campo ou remoto. 

Além dos serviços gerenciados e dos projetos de implementação, a Positivo S+ oferece aos clientes acesso ao que há de mais moderno em soluções para produtividade do usuário, disponibilidade e segurança da infraestrutura, atuando lado a lado com os times de TI das organizações, apoiando de forma contínua as crescentes demandas por conhecimento tecnológico. 

Sustentabilidade integrada à gestão de TI 

Com a crescente pressão de clientes por empresas que adotem boas práticas de sustentabilidade e responsabilidade social, a Positivo TecnologIA oferece ao CIO, além do maior portfólio de soluções de TI e IA, a possibilidade de alinhar tecnologia com sustentabilidade e gerar impacto real e mensurável ao seu negócio. 

Por meio de sua oferta de Hardware como Serviço (HaaS), com modelos flexíveis de locação, manutenção e atualização tecnológica, e da oferta Zero Carbon, a empresa permite aos clientes: neutralizar a pegada de carbono do uso de equipamentos, por meio de projetos certificados de reflorestamento na Amazônia; reduzir o consumo e os resíduos eletrônicos com logística reversa e economia circular; obter previsibilidade orçamentária e gestão eficiente do ciclo de vida de seu parque de TI, do data center aos dispositivos. 

Um parceiro para inovar com responsabilidade e impacto social 

Com os novos Positivo Labs em Curitiba, Manaus e Salvador, a Positivo TecnologIA auxilia seus clientes na capacitação em tecnologias avançadas como nuvem, cibersegurança e ciência de dados, acelerando o desenvolvimento de soluções próprias de IA. 

Essa parceria vai além dos negócios e apoia também as iniciativas de responsabilidade social das organizações, contribuindo com programas como o Projeto Tomorrow, que já formou mais de 2.600 estudantes e professores, em parceria com a Universidade Federal da Bahia. 

Além disso, a empresa investe fortemente em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) local, por meio de centros de excelência em IA e incubadoras de startups, conectando inovação com desenvolvimento econômico regional e impacto social real. Isso reforça o compromisso com um futuro mais inclusivo, sustentável e humano. 

Positivo TecnologIA: tecnologia para impulsionar vidas, organizações e o mundo 

A marca Positivo TecnologIA é mais que um novo nome: é o símbolo de uma nova fase em que tecnologia, inteligência e ação responsável se unem para criar soluções que fazem sentido para pessoas, organizações e o planeta. A marca com destaque em IA reforça que somos o parceiro de confiança do CIO para ajudá-lo a liderar a transformação digital de seus negócios, acelerar resultados e posicionar sua organização na vanguarda da inovação e no uso da inteligência artificial. 

A empresa, com sua história, escala, parcerias globais, centros de inovação e compromisso com impacto social e ambiental, está pronta para ser aliada na jornada para tornar sua organização mais ágil, inteligente e sustentável. Positivo TecnologIA — a sua parceira de escolha na era da Inteligência Artificial. 

Entre em contato conosco em [email protected]. Ficaremos honrados em começar juntos uma jornada de transformação digital e de inteligência em seus negócios. 

(*) Leandro Rosa dos Santos é vice-presidente de Estratégia e Inovação da Positivo Tecnologia. 

AI PC para empresas: conheça o Positivo Master N6450 e N8450

O Positivo Master N6450 e N8450 revolucionam o que se sabe sobre AI PC. Imagem: Positivo Empresas

A Positivo Tecnologia reforça seu protagonismo no mercado nacional ao oferecer uma linha de AI PC voltada para o setor corporativo e público. Esses notebooks são projetados para integrar a Inteligência Artificial de forma nativa, proporcionando ganhos reais em produtividade, segurança e eficiência no dia a dia.

Os modelos Positivo Master N6450 e N8450 trazem a nova geração de processadores Intel® Core™ Ultra, projetados para cargas de trabalho exigentes e multitarefa com IA integrada. Esses AI PCs elevam o padrão de performance, oferecendo mais velocidade, autonomia de bateria e segurança avançada.

A linha foi pensada para atender às demandas crescentes de transformação digital em instituições públicas e privadas, impulsionando a modernização de infraestruturas tecnológicas. 

Assim, a Positivo Tecnologia segue como uma parceira estratégica na construção de ambientes de trabalho mais inteligentes e produtivos.

O que é um AI PC?

O AI PC, ou Artificial Intelligence Personal Computer, é um novo patamar de computação pessoal no qual a Inteligência Artificial é incorporada diretamente no hardware. 

Esses dispositivos contam com NPUs (Neural Processing Units) — unidades de processamento dedicadas a tarefas de IA — que operam de forma paralela à CPU e à GPU, otimizando o desempenho sem sobrecarregar os demais componentes.

Essa arquitetura avançada permite que o sistema identifique padrões de uso, ajuste processos em tempo real e automatize funções, resultando em operações mais rápidas e eficientes. Além disso, a NPU é projetada para realizar tarefas de inferência e machine learning localmente, sem depender exclusivamente da nuvem, o que melhora a velocidade de resposta e preserva a segurança dos dados.

Entre os principais benefícios de um AI PC estão a redução do consumo energético, a extensão da vida útil da bateria e a priorização inteligente de tarefas, especialmente em cargas de trabalho intensivas como análise de dados, modelagem 3D, inteligência de negócios e ambientes colaborativos com IA generativa.

Esses computadores redefinem o conceito de produtividade ao incorporar processamento cognitivo no dispositivo, elevando a experiência do usuário e oferecendo vantagens críticas para aplicações corporativas, governamentais e criativas.

Positivo Master N6450 e N8450: AI PCs com Intel® Core™ Ultra e potência máxima

Os Positivo Master N6450 e N8450 são notebooks corporativos equipados com os avançados processadores Intel® Core Ultra, desenvolvidos para atender às crescentes demandas de empresas e instituições públicas por equipamentos eficientes em gestão de TI. 

Desempenho e Arquitetura Híbrida

Esses modelos utilizam a arquitetura híbrida da Intel®, combinando núcleos de alto desempenho com núcleos de alta eficiência, otimizados para tarefas de Inteligência Artificial. A integração de uma NPU (Unidade de Processamento Neural) dedicada permite o processamento de IA sem sobrecarregar a CPU e a GPU, resultando em respostas mais rápidas e eficiência energética aprimorada.

Recursos Avançados

Aplicações Corporativas

Projetados para ambientes corporativos exigentes, os Master N6450 e N8450 são ideais para tarefas como análise de dados, criação de conteúdos multimídia, edição de vídeos, projetos gráficos e integração com dispositivos conectados (IoT). A automação de tarefas, como organização de arquivos, agendamento de tarefas e backups automáticos, é facilitada pela integração da IA, melhorando a produtividade e a segurança.

Combinando alto desempenho, segurança avançada e recursos inovadores, os Positivo Master N6450 e N8450 oferecem soluções robustas para empresas que buscam otimizar suas operações e infraestrutura de TI.

Benefícios dos AI PCs da Positivo no dia a dia corporativo

Adotar um AI PC da Positivo transforma a rotina empresarial, otimizando processos, acelerando fluxos de trabalho e oferecendo uma experiência personalizada. Confira os principais benefícios:

1. Automação inteligente

Os AI PCs automatizam tarefas repetitivas como atualizações, backups, gestão de arquivos e agendamento de compromissos. Com isso, o usuário ganha tempo para focar em atividades estratégicas e criativas.

Além disso, a integração com assistentes virtuais baseados em IA — como o Microsoft Copilot — permite comandos de voz, execução de tarefas sem intervenção manual e geração automática de conteúdos.

2. Produtividade elevada

Recursos como:

Essas funcionalidades aumentam a produtividade em até 30% em ambientes corporativos, segundo pesquisas de mercado.

3. Integração com o ecossistema IoT

Os novos AI PCs da Positivo possibilitam a integração perfeita com smartphones, assistentes domésticos e dispositivos de Internet das Coisas (IoT), permitindo ao usuário:

4. Segurança avançada e proteção de dados

Equipados com tecnologias de segurança baseadas em IA, os AI PCs conseguem:

Modelos como o N6450 e o N8450 trazem o que há de mais moderno em proteção multicamadas, fundamentais para ambientes empresariais.

5. Eficiência energética e autonomia estendida

Graças à otimização de processos via IA, o consumo de energia é reduzido significativamente, aumentando a autonomia da bateria em até 20% em relação aos PCs tradicionais — ideal para quem trabalha remotamente ou passa muitas horas longe de 

Por que investir em um AI PC da Positivo?

Ao optar por um AI PC da linha Positivo Master, empresas e profissionais ganham:

Seja para equipes de tecnologia, marketing, análise de dados ou gestão de negócios, os AI PCs da Positivo são a escolha ideal para quem deseja maximizar resultados em um mundo cada vez mais digital e competitivo.

Leia também: 

Sustentabilidade e eficiência energética com AI PCs da Positivo

Os AI PCs da Positivo representam uma evolução significativa em direção à computação sustentável no ambiente corporativo. Projetados com foco na eficiência energética, esses dispositivos integram tecnologias avançadas que não apenas otimizam o desempenho, mas também minimizam o impacto ambiental. 

A inteligência artificial embarcada permite a gestão dinâmica do consumo de energia, ajustando automaticamente os recursos conforme a demanda e as tarefas executadas.

A arquitetura dos AI PCs da Positivo incorpora unidades de processamento neural (NPUs) dedicadas, que desempenham funções específicas de inteligência artificial sem sobrecarregar a CPU principal. Isso resulta em um uso mais eficiente dos recursos computacionais e na redução do consumo de energia. 

Além disso, a automação de processos, como a otimização do brilho da tela e o gerenciamento inteligente de energia, contribui para uma operação mais sustentável.

A adoção desses dispositivos também facilita a implementação de práticas de TI verde nas organizações. Por exemplo, ao substituir equipamentos tradicionais por AI PCs da Positivo, as empresas podem reduzir significativamente o consumo de energia e a emissão de gases de efeito estufa. 

Estudos indicam que a substituição de equipamentos antigos por modelos mais eficientes pode diminuir o consumo de energia em até 200%, além de prolongar a vida útil dos dispositivos e reduzir a quantidade de resíduos eletrônicos gerados. 

Além dos benefícios diretos, os AI PCs da Positivo também contribuem para a sustentabilidade ao facilitar a gestão eficiente dos recursos tecnológicos. A integração com sistemas de nuvem e a virtualização de servidores permitem uma utilização mais racional dos recursos, reduzindo a necessidade de infraestrutura física e, consequentemente, o consumo de energia. 

Essas práticas não apenas beneficiam o meio ambiente, mas também resultam em economias financeiras para as organizações.

Como utilizar os AI PCs da Positivo em empresas públicas, privadas e governamentais

Para executar aplicações de inteligência artificial, é necessário o uso de modelos de dados, APIs específicas e bibliotecas de IA, que devem ser instaladas e configuradas separadamente.

Educação (Escolas e Universidades)

Instituições de ensino podem utilizar os AI PCs da Positivo para:

Saúde (Hospitais e Clínicas)

No setor de saúde, os AI PCs da Positivo podem:

Empresas Privadas (PMEs e Grandes Corporações)

Empresas privadas podem se beneficiar dos AI PCs da Positivo ao:

Setor Público e Governamental

Órgãos públicos podem aplicar os AI PCs da Positivo para:

Os AI PCs da Positivo oferecem soluções robustas e adaptáveis para diversos setores, proporcionando uma transformação digital que resulta em maior eficiência, segurança e inovação. 

Qual a diferença entre os AI PC Positivo Master N6450 e N8450?

​Os notebooks Positivo Master N6450 e N8450 foram desenvolvidos para atender às necessidades de empresas públicas, privadas e instituições educacionais, oferecendo desempenho robusto, segurança avançada e integração com Inteligência Artificial (IA). 

Diferentemente do N66450, o modelo N8450 possui a tecnologia Intel vPro, que garante uma série de benefícios, como redes mais estáveis e protegidas, praticidade para equipes de TI gerenciarem remotamente os aparelhos e ganhos na produtividade.

Esteja pronto para o futuro com um AI PC da Positivo!

A era dos computadores tradicionais ficou para trás. Os AI PCs da Positivo chegaram para transformar a produtividade, melhorar a eficiência operacional e redefinir a interação entre o usuário e a tecnologia. 

Com os modelos Positivo Master N6450 e N8450, a Positivo Tecnologia entrega inovação, segurança e inteligência embarcada, oferecendo soluções que atendem às mais altas exigências do mercado corporativo brasileiro.

Não perca a oportunidade de investir em um futuro mais inteligente. Conheça os AI PCs da Positivo e leve sua organização para o próximo nível! Visite o site oficial da Positivo Empresas para explorar as opções disponíveis e encontrar a solução ideal para o seu negócio.

Segurança: avanços tecnológicos beneficiam cada vez mais casas e empresas

Inteligência Artificial, IoT e 5G ajudam a aprimorar ferramentas e para tornar o dia a dia mais seguro

Cada vez mais, a tecnologia avança com o objetivo de contribuir para a segurança, tanto de pessoas quanto de empresas. Desde câmeras de segurança a fechaduras inteligentes, a modernidade ganha espaço com ferramentas que ajudam a tornar o dia a dia mais seguro. Prova disso, são os dados mais recentes da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) que apontam que, em 2023, o segmento fechou o ano com faturamento superior a R$ 12 bilhões, crescimento médio de 13,75%.

A pesquisa da ABESE aponta ainda que 37% dos imóveis no Brasil já contam com algum tipo de sistema de monitoramento eletrônico e que 12 mil condomínios adotaram portarias remotas.

“O avanço de tecnologias como 5G e Internet das Coisas (IoT) possibilitam utilizar a tecnologia e a inovação para aprimorar os recursos de segurança no dia a dia das pessoas. São ferramentas que ajudam a prever riscos e permitem respostas rápidas, reduzindo o impacto de eventos inesperados, como invasões ou até mesmo a proteção de pessoas vulneráveis mesmo à distância”, afirma Felipe Szpigel, vice-presidente de Negócios de Segurança Eletrônica da Positivo Tecnologia.

Hoje, os dispositivos conectados desempenham um papel fundamental na prevenção e resposta rápida a situações de risco, atuando com monitoramento em tempo real, com câmeras e sensores que captam movimentações inesperadas e alertam usuários via smartphone, por exemplo. Com automação de segurança, sistemas como alarmes e outros dispositivos podem ser ativados automaticamente ao detectar movimentos suspeitos.

As câmeras podem auxiliar na proteção de empresas, escolas e condomínios residenciais. Com o monitoramento remoto, é possível garantir, em tempo real, a segurança de diferentes ambientes.

Uso de tecnologia para a proteção de empresas também avança

Com o apoio da IoT, as estratégias de segurança empresarial são cada vez mais impactadas. Dispositivos como câmeras, sensores e alarmes captam e compartilham dados em tempo real,  possibilitam monitoramento contínuo, análises preditivas e respostas rápidas a ameaças. Além disso, a automação de processos e a integração de dados em plataformas centralizadas aumentam a eficiência e fornecem uma visão completa e estratégica da segurança.

Felipe destaca quais são as áreas mais beneficiadas pela tecnologia. “Sensores inteligentes e câmeras equipadas com análise de vídeo ajudam a detectar intrusões e atividades suspeitas de forma proativa, contribuindo para o monitoramento de perímetro. Já os leitores faciais e biométricos facilitam o gerenciamento de acessos em tempo real, com maior precisão e segurança. Também vale mencionar as soluções de IoT, capazes de rastrear equipamentos e bens valiosos, o que impacta na redução de perdas e roubos, além de otimizar a alocação de recursos importantes”.

A evolução do 5G é peça fundamental no aprimoramento de processos de segurança em desenvolvimento pelas empresas, como soluções de duas frentes de negócio da Positivo Tecnologia.

Além da Positivo SEG, especializada em dispositivos de segurança eletrônica para empresas, escolas e condomínios residenciais, a empresa oferece também soluções de smart home por meio da Positivo Casa Inteligente. Segundo o gerente da Positivo Casa Inteligente, Rafael Sczcepanik, a conectividade em tempo real será revolucionada. “Ela permitirá a transmissão instantânea de grandes volumes de dados, o que vai possibilitar um monitoramento contínuo e respostas automatizadas com alta eficiência”.

Outra ferramenta que irá atuar em conjunto com o 5G, de acordo com o especialista, é a Inteligência Artificial. “A integração da IA trará análises preditivas avançadas, identificando ameaças antes que elas se concretizem. Juntas, essas tecnologias permitirão a criação de sistemas autônomos de segurança, maior personalização de estratégias e monitoramento mais inteligente para proteger empresas de forma proativa e eficaz”, conclui.

Sobre a Positivo Tecnologia

A Positivo Tecnologia é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve, fabrica e comercializa computadores, celulares, tablets, dispositivos para casas e escritórios inteligentes, servidores e demais soluções para infraestrutura de TI, além de máquinas de pagamento e tecnologias educacionais. Também oferece serviços gerenciados de TI. O conjunto de produtos e serviços é voltado para consumidores finais, empresas, condomínios residenciais, escolas e instituições públicas. A Companhia foi fundada em 1989, possui sede administrativa em Curitiba (PR), fábricas em Ilhéus (BA) e Manaus (AM), além de presença na Argentina, México, Colômbia, China e Taiwan. O portfólio de marcas e negócios é composto por Positivo, Positivo Casa Inteligente, Positivo Servers & Solutions, PositivoSEG, Positivo as a Service, Positivo S+, VAIO, Infinix e Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Inovação. Informações adicionais podem ser obtidas em www.positivotecnologia.com.br. Para saber as últimas notícias sobre a Positivo Tecnologia, visite Sala de Imprensa, assim como os perfis da Companhia no LinkedIn, Facebook e Instagram

Green IT: Como Tornar sua Empresa mais Sustentável na Tecnologia

A tecnologia revolucionou a maneira como vivemos e trabalhamos, mas seu impacto ambiental muitas vezes passa despercebido. Desde o consumo de energia até o descarte de equipamentos eletrônicos, a indústria de tecnologia tem uma pegada ecológica significativa. Nesse contexto, o conceito de Green IT (ou TI Verde) surge como uma solução para alinhar o avanço tecnológico com a preservação do meio ambiente. 

Por exemplo, os data centers, que armazenam e processam dados globais, consomem cerca de 1% da energia mundial (segundo a International Energy Agency), um número que só tende a crescer com a expansão da digitalização. Além disso, o descarte inadequado de eletrônicos contribui para a poluição do solo e da água, liberando substâncias tóxicas como chumbo e mercúrio.

Neste artigo, exploramos o que é Green IT, suas vantagens para as empresas, práticas sustentáveis na área de TI e como implementar uma estratégia de tecnologia sustentável. Além disso, destacamos exemplos de empresas que já adotaram o Green IT e as tendências futuras para o setor.

O que é Green IT e por que ele é importante para as empresas?

O Green IT vai além do simples uso de tecnologias da informação de maneira ecologicamente correta. Ele engloba um conjunto de práticas, estratégias e tecnologias que visam minimizar o impacto ambiental em todas as etapas do ciclo de vida dos produtos e serviços de TI. Isso inclui:

A TI Verde é essencial para um mundo mais sustentável, pois a indústria de tecnologia é uma das que mais consomem energia e geram resíduos eletrônicos. Empresas que adotam o Green IT não apenas contribuem para a preservação do meio ambiente, mas também se posicionam como líderes em responsabilidade corporativa.

Como reduzir o consumo de energia nas empresas? 

Benefícios do Green IT para empresas

  1. Redução do consumo de energia e economia nos custos operacionais: a adoção de equipamentos eficientes e práticas sustentáveis pode reduzir significativamente o consumo de energia, resultando em economia financeira.
  2. Cumprimento de regulamentações ambientais: muitos países estão implementando leis rigorosas sobre o descarte de resíduos eletrônicos e o uso de energia. O Green IT ajuda as empresas a se manterem em conformidade.
  3. Melhoria da imagem da empresa: empresas que adotam práticas sustentáveis são vistas como mais responsáveis e atraem clientes e investidores preocupados com o meio ambiente.

Quais são as principais práticas sustentáveis na área de TI?

1. Eficiência energética em equipamentos de TI

A eficiência energética é um dos pilares do Green IT. Ela envolve a escolha de hardwares e servidores que consomem menos energia sem comprometer o desempenho. 

Computadores com certificados como Energy Star são projetados para serem mais eficientes, reduzindo o consumo de energia em até 30%

Além disso, a virtualização de servidores permite que várias máquinas virtuais rodem em um único servidor físico, otimizando o uso de recursos.

Outra prática importante é o uso de fontes de energia renovável em data centers. Empresas como Google e Amazon já utilizam energia solar e eólica para alimentar suas operações, reduzindo significativamente sua pegada de carbono.

2. Computação em nuvem como solução sustentável

A computação em nuvem é uma das práticas mais eficazes para reduzir o impacto ambiental. Ao compartilhar recursos de infraestrutura, a nuvem diminui o consumo de energia e otimiza o uso de servidores. 

Por exemplo, em vez de cada empresa ter seu próprio servidor físico, que muitas vezes opera abaixo da capacidade, a nuvem permite que vários clientes compartilhem a mesma infraestrutura. Isso reduz a necessidade de hardware adicional e maximiza a eficiência energética.

Veja também: Passo a passo de migração para a nuvem

3. Reciclagem e descarte correto de eletrônicos

No Brasil, são geradas mais de 1,2 milhão de toneladas de lixo eletrônico por ano, sendo a maior parte gerada por empresas. Visando combater esse índice, diversas ONGs e empresas promovem a reutilização de componentes eletrônicos em novos produtos, contribuindo para a economia circular. Essa iniciativa não apenas reduz o impacto ambiental, mas também reforça a imagem das empresas como líderes em computação verde.

A Positivo é um exemplo de sucesso em reciclagem e descarte correto de eletrônicos. A empresa coleta equipamentos eletrônicos usados, como computadores, notebooks e celulares, e os encaminha para reciclagem. O programa já reciclou diversas toneladas de resíduos eletrônicos, evitando que esses materiais contaminem o meio ambiente. 

Para mais informações sobre nossas práticas e pontos de coleta, visite nosso portal TI Verde Positivo Tecnologia.

4. Redução do uso de papel e digitalização de processos

A substituição de processos físicos por soluções digitais é uma maneira simples de adotar o Green IT. A digitalização não apenas reduz o uso de papel, mas também aumenta a produtividade e a eficiência operacional. 

Por exemplo, a adoção de sistemas de gestão documental em nuvem permite que empresas armazenem e acessem documentos de forma segura e eficiente, sem a necessidade de impressão.

5. Uso de tecnologia “As a Service”
A transição para uma economia de serviços pode reduzir o impacto ambiental da TI.

Como implementar uma estratégia de Green IT na sua empresa?

  1. Avalie o impacto ambiental atual: identifique áreas onde o consumo de energia e recursos pode ser reduzido.
  2. Invista em equipamentos eficientes: opte por hardwares e servidores com certificações de eficiência energética.
  3. Adote a computação em nuvem: migre para soluções em nuvem para otimizar o uso de recursos.
  4. Implemente programas de reciclagem: estabeleça parcerias com empresas especializadas em reciclagem de eletrônicos.

Baixe agora: Guia completíssimo para descarte correto de lixo eletrônico

Certificações e regulamentações ambientais para TI

A ISO 14001 é uma norma internacional que define os requisitos para um sistema de gestão ambiental eficaz. Ela ajuda empresas a identificar e controlar seu impacto ambiental, além de melhorar continuamente seu desempenho ecológico. 

Já a LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é uma certificação para construções sustentáveis, incluindo data centers. Ela avalia critérios como eficiência energética, uso de materiais sustentáveis e qualidade do ar interno.

Cultura organizacional e conscientização sobre TI Verde

Engajar os colaboradores é fundamental para o sucesso de uma estratégia de Green IT. Programas de treinamento e conscientização podem ajudar a criar uma cultura organizacional focada em sustentabilidade. 

Casos de sucesso em Green TI

A Positivo Tecnologia implementou um programa chamado HaaS Carbono Zero, idealizado para zerar e compensar as emissões de carbono geradas durante a utilização de equipamentos alugados. Quando as empresas aderem ao programa, elas recebem o selo Positivo Amigo de Clima, contribuindo com o meio ambiente a partir de um desenvolvimento econômico e sustentável.

O Google é outro grande exemplo de sucesso em Green IT. A empresa alcançou 100% de energia renovável em suas operações globais e investiu em data centers altamente eficientes. Além disso, o Google utiliza inteligência artificial para otimizar o resfriamento de seus servidores, reduzindo o consumo de energia em até 40%.

Ao migrar mais empresas e serviços para a nuvem, a Microsoft conseguiu, por meio de suas tecnologias de IA e automação, otimizar o uso de energia, reduzir o desperdício de recursos e oferecer soluções que minimizam o impacto ambiental.

O futuro do Green IT e tendências de tecnologia sustentável

O impacto da inteligência artificial na sustentabilidade

A IA pode otimizar o uso de recursos e reduzir desperdícios. Por exemplo, algoritmos de IA são usados para prever demandas de energia e ajustar o consumo em tempo real. A DeepMind, subsidiária da Google, desenvolveu um sistema de IA que reduziu o consumo de energia em data centers em até 30%.

Economia circular e reaproveitamento de equipamentos de TI

A economia circular, que promove a reutilização de componentes eletrônicos, está ganhando força. Empresas estão investindo em processos de remanufatura e reciclagem para reduzir resíduos. 

Tecnologias emergentes e Green IT

Novas tecnologias estão surgindo com o potencial de revolucionar a sustentabilidade na TI.

Políticas globais e incentivo à sustentabilidade no setor de TI

Governos e organizações estão promovendo iniciativas para incentivar a adoção de práticas sustentáveis. A União Europeia, por exemplo, estabeleceu metas rigorosas para a redução de emissões de carbono, pressionando empresas de tecnologia a adotar práticas mais verdes. 

No Brasil, algumas políticas e incentivos fiscais visam estimular a sustentabilidade nas empresas. Estes são alguns dos principais programas e benefícios disponíveis:

  1. Créditos de ICMS para empresas sustentáveis

Alguns estados brasileiros oferecem créditos e incentivos fiscais no ICMS para empresas que adotam práticas sustentáveis, como uso de energias renováveis e processos produtivos menos poluentes.

  1. Fundo Clima (BNDES)

Financiamento com juros reduzidos para empresas que investem em energia renovável, eficiência energética e redução de emissões de carbono.

  1. Crédito de carbono e benefícios ambientais

Empresas que reduzem suas emissões podem vender créditos de carbono no mercado voluntário e participar de programas ambientais com isenção de impostos.

Os incentivos podem variar de acordo com a legislação estadual e federal vigente. Para obter benefícios, as empresas devem cumprir requisitos específicos e muitas vezes apresentar certificações ambientais.

No futuro, regulamentações mais rígidas devem aumentar a pressão sobre empresas para adotarem o Green IT.

Portanto, o Green IT não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para empresas que desejam se manter competitivas em um mundo cada vez mais consciente dos desafios ambientais. 

Ao adotar práticas sustentáveis, as empresas podem reduzir custos, melhorar sua imagem e contribuir para um futuro mais verde. Comece hoje mesmo a implementar uma estratégia de TI Verde na sua empresa e faça parte dessa transformação! A locação de equipamentos eficientes pode ser o primeiro passo nessa jornada. Fale conosco e conheça a Positivo as a Service.

Arquitetura Empresarial: como organizar sua empresa para o futuro digital

Se você já se perguntou como grandes empresas conseguem alinhar tecnologia, processos e pessoas para alcançar seus objetivos, a resposta está na Arquitetura Empresarial (EA).

A Arquitetura Empresarial é como um “mapa” que ajuda uma empresa a entender como todas as suas partes se conectam para alcançar suas metas. Imagine que a empresa é uma casa: a Arquitetura Empresarial mostra onde estão as paredes, os canos, a fiação e como tudo funciona junto para que a casa seja confortável e eficiente. Ela ajuda a empresa a tomar decisões melhores, evitar desperdícios e se adaptar mais rápido às mudanças.

Vamos descomplicar tudo isso e mostrar como essa disciplina pode ser a chave para o sucesso da sua organização. Neste post, vamos explorar:

Pronto para começar? Vamos lá!

O que é Arquitetura Empresarial?

Para uma empresa funcionar bem, ela precisa de planejamento. A Arquitetura Empresarial (EA) é uma disciplina que organiza e conecta todos os elementos de uma empresa — processos, tecnologia, informações e pessoas — para que tudo funcione em uma operação mais eficiente e integrada. Em outras palavras, é como um “manual de instruções” que ajuda a empresa a crescer, se adaptar e inovar sem perder o rumo.

A Arquitetura Empresarial envolve diversas partes interessadas (stakeholders), como executivos, gerentes de TI, desenvolvedores e analistas de negócios. Uma das principais funções da EA é estruturar a evolução dos sistemas de TI, mantendo a coerência entre objetivos empresariais e execução tecnológica. Dessa forma, é um facilitador para transformar a maneira como uma empresa gerencia seus ativos digitais e processos operacionais. 

A Arquitetura Empresarial é também um diferencial estratégico para empresas que querem crescer com eficiência e segurança. Com frameworks estruturados e um roadmap tecnológico bem definido, é possível criar um ambiente de TI moderno, integrado e preparado para os desafios do futuro.

Isso porque ao aplicar essa abordagem, as empresas conseguem modernizar sua infraestrutura de forma estruturada, promovendo mais escalabilidade e segurança para suas operações.

Principais elementos da Arquitetura Empresarial

A Arquitetura Empresarial é construída sobre quatro pilares principais: negócio, tecnologia, informação (dados) e pessoas. Em termos mais técnicos, temos:

1. Arquitetura de Negócios

Aqui entram os processos, a estrutura organizacional e as estratégias da empresa. É o “o que” e “o porquê” da organização. Esse elemento assegura que a tecnologia seja utilizada para suportar o crescimento do negócio e a criação de valor para os clientes.

2. Arquitetura de Tecnologia

Inclui sistemas, infraestrutura de TI (como redes, servidores e segurança cibernética) e aplicações que suportam as operações. É o “como” as coisas são feitas. 

Esse pilar assegura que os recursos tecnológicos suportem a execução eficiente das atividades empresariais. 

A gestão da tecnologia permite a padronização e a redução de complexidade no ambiente de TI, facilitando a integração de sistemas e a automação de tarefas repetitivas.

3. Arquitetura de Dados

Com a crescente quantidade de dados gerados, é essencial ter um framework que garanta a integridade e a qualidade das informações empresariais. A arquitetura gerencia os dados e os fluxos de informação, para que as decisões sejam baseadas em dados confiáveis. Além disso, estabelece padrões para coleta, armazenamento, proteção e utilização das informações. 

4. Arquitetura de Pessoas

Abrange as competências, a cultura e os papéis dos colaboradores, como um organograma hierárquico. Afinal, sem pessoas, nada disso funciona!

Esses elementos estão interligados, e a Arquitetura Empresarial ajuda a garantir que todos estejam alinhados e trabalhando juntos.

Benefícios da Arquitetura Empresarial

Por que investir em Arquitetura Empresarial? Aqui estão alguns benefícios que vão convencer você:

  1. Alinhamento estratégico: a arquitetura empresarial conecta operações diárias aos objetivos de longo prazo da empresa.
  2. Eficiência operacional: a EA identifica redundâncias e melhora processos, reduzindo custos e tempo.
  3. Adaptabilidade: a EA facilita a resposta rápida a mudanças no mercado ou na tecnologia.
  4. Tomada de decisão informada: oferece uma visão clara e integrada da empresa, ajudando líderes a tomar decisões melhores.
  5. Inovação: cria uma base sólida para implementar novas tecnologias e ideias.

Em resumo, a Arquitetura Empresarial é como um GPS para o sucesso das empresas.

Metodologias e frameworks de Arquitetura Empresarial

Existem várias metodologias e frameworks para implementar a Arquitetura Empresarial. Vamos conhecer as três mais populares: TOGAF, Zachman e ArchiMate.

1. TOGAF (The Open Group Architecture Framework)

O TOGAF é um dos frameworks de arquitetura empresarial mais usados no mundo. Ele oferece um método passo a passo para criar e gerenciar a arquitetura empresarial, com foco em padrões e melhores práticas. É como um guia para quem quer implementar AE de forma estruturada — ele é flexível, adaptável e pode ser aplicado em organizações de qualquer tamanho ou setor.

Criado pelo The Open Group, o TOGAF oferece um método estruturado e comprovado para projetar, planejar, implementar e gerenciar a arquitetura de uma organização.

Quais são as fases e princípios do TOGAF na prática?

O TOGAF é dividido em duas partes principais: o ADM (Architecture Development Method) e os Princípios Fundamentais. Vamos explorar cada uma delas:

1. ADM: o Método de Desenvolvimento de Arquitetura

O ADM é o coração do TOGAF. Ele é um ciclo iterativo composto por nove fases, que guiam a criação e a gestão da arquitetura empresarial. Vamos conhecer cada uma delas:

2. Princípios fundamentais do TOGAF

Além do ADM, o TOGAF é baseado em princípios fundamentais que guiam a criação de uma arquitetura eficiente. Alguns dos mais importantes são:

Vamos agora a outra metodologia de arquitetura empresarial.

2. Zachman Framework

O Zachman Framework é uma matriz que organiza os artefatos de arquitetura em seis perspectivas. É uma ótima ferramenta para visualizar a empresa de diferentes ângulos. Ele não é um método passo a passo, mas sim uma ferramenta para organizar informações e garantir que todos os aspectos da arquitetura sejam considerados.

A matriz do Zachman Framework é composta por 6 linhas (perspectivas) e 6 colunas (perguntas fundamentais). Vamos entender cada uma delas.

As 6 perspectivas (linhas)

Cada linha representa uma visão de uma área diferente da empresa, começando do mais abstrato até o mais detalhado:

  1. Escopo (Objetivos): visão do CEO. Foca no “o que” a empresa faz e por quê.
  2. Modelo de negócio (Conceitos): visão do arquiteto de negócios. Define “como” os processos funcionam.
  3. Sistema (Lógica): visão do designer. Descreve a lógica dos sistemas e aplicações.
  4. Tecnologia (Física): visão do desenvolvedor. Detalha a infraestrutura física e tecnológica.
  5. Componentes (Instância): visão do técnico. Mostra os componentes reais em operação.
  6. Operação (Funcionamento): visão do usuário final. Foca no dia a dia da empresa.

As 6 Perguntas Fundamentais (colunas)

Cada coluna responde a uma pergunta básica sobre a empresa.

  1. O Quê?: Quais dados ou materiais são usados?
  2. Como?: Quais processos ou funções são realizados?
  3. Onde?: Onde as coisas acontecem (localização física ou lógica)?
  4. Quem?: Quem está envolvido (pessoas, papéis, responsabilidades)?
  5. Quando?: Quando as coisas acontecem (tempo, cronogramas)?
  6. Por quê?: Qual é a motivação ou regra por trás das decisões?

Juntas, as linhas e colunas criam uma matriz que cobre todos os aspectos teóricos da arquitetura empresarial, garantindo que nada seja esquecido. Para um direcionamento mais prático, esse framework pode ser usado em conjunto com outros métodos.

3. ArchiMate: visualizando a Arquitetura Empresarial

O ArchiMate é uma linguagem de modelagem que ajuda a visualizar e comunicar a arquitetura empresarial de forma clara. É como um “mapa visual” que facilita o entendimento de todos os envolvidos, fornecendo um conjunto de conceitos padronizados para criar diagramas claros e consistentes. Tudo isso é útil na documentação e no planejamento arquitetônico.

Passos para criar modelos visuais com ArchiMate:

  1. Definir o escopo: determine qual parte da arquitetura será modelada (negócios, dados, aplicações ou tecnologia).
  2. Identificar os elementos principais: selecione os componentes-chave que devem ser representados, como processos, sistemas e interações.
  3. Criar diagramas estruturados: utilize os conceitos do ArchiMate para representar conexões entre diferentes camadas da organização.
  4. Analisar e refinar: revise os modelos para garantir que sejam compreensíveis e reflitam a realidade organizacional.

O uso do ArchiMate facilita a comunicação entre as partes interessadas, reduzindo ambiguidades e garantindo que todos os envolvidos tenham uma visão clara da arquitetura empresarial.

Como implementar a Arquitetura Empresarial

Implementar a Arquitetura Empresarial pode parecer assustador, mas com um plano claro, tudo fica mais fácil. O arquiteto corporativo é responsável por analisar estruturas e processos, visando entender se há, de fato, um alinhamento com as metas empresariais traçadas. Além disso, esse profissional contribui para que esses processos e estruturas tenham durabilidade e agilidade, bem como capacidade de adaptação mediante mudanças. 

Manual para planejar e estruturar uma infraestrutura de TI do zero 

Geralmente, o trabalho de arquitetar a estrutura organizacional é feito com a ajuda de softwares, que listamos abaixo.

Softwares para gerenciar a Arquitetura Empresarial

O uso de softwares especializados pode facilitar a implementação e gestão da Arquitetura Empresarial. Algumas das principais ferramentas disponíveis incluem:

1. Sparx Systems Enterprise Architect

2. BiZZdesign Enterprise Studio

3. Orbus Software iServer

4. MEGA HOPEX

5. LeanIX

Esses softwares ajudam a otimizar a criação, gestão e comunicação da Arquitetura Empresarial, proporcionando maior eficiência e governança sobre os ativos tecnológicos da empresa. Escolher a plataforma ideal depende das necessidades específicas da organização e do nível de maturidade da arquitetura já existente.

Ao adotar ferramentas especializadas, as empresas podem obter mais clareza e controle sobre sua infraestrutura tecnológica, facilitando a implementação de mudanças e garantindo alinhamento contínuo com os objetivos estratégicos.

Desafios na implementação de Arquitetura Empresarial

A implementação da Arquitetura Empresarial enfrenta desafios como resistência à mudança, já que novas formas de trabalhar podem gerar receio. A chave é comunicar benefícios e engajar os colaboradores. Outro obstáculo é a integração de sistemas legados, pois tecnologias antigas nem sempre são compatíveis com novas soluções. A modernização gradual pode facilitar essa transição.

A falta de recursos também é um fator crítico, exigindo planejamento para garantir investimentos adequados. Além disso, a complexidade da Arquitetura Empresarial pode intimidar grandes empresas, tornando essencial uma implementação por fases. Por fim, a falta de alinhamento entre lideranças pode comprometer o projeto. Garantir o apoio da alta gestão e envolver todas as áreas da empresa é fundamental para o sucesso da iniciativa.

Conclusão

A Arquitetura Empresarial é uma ferramenta poderosa para empresas que querem crescer, se adaptar e inovar. Ela ajuda a alinhar estratégias, processos, tecnologia e pessoas, criando uma base sólida para o sucesso.

Se você está pensando em implementar AE na sua organização, comece definindo seus objetivos, escolhendo um framework e engajando sua equipe. E lembre-se: os desafios existem, mas os benefícios valem a pena.

E aí, pronto para transformar sua empresa com a Arquitetura Empresarial? Compartilhe suas dúvidas ou experiências nos comentários abaixo!

Descubra o Mini PC: alto desempenho com design compacto

Com a necessidade crescente de modernizar a infraestrutura tecnológica, otimizar processos e garantir eficiência operacional, investir em equipamentos adequados se tornou essencial. Entre as soluções mais inovadoras disponíveis atualmente, os Mini PCs surgem como uma alternativa extremamente vantajosa, combinando desempenho, economia de espaço e eficiência energética em um formato compacto e funcional.

Se antes os computadores tradicionais dominavam os escritórios, hoje a busca por soluções mais enxutas e eficientes tem ganhado força. Os Mini PCs atendem a essa necessidade ao oferecer toda a potência de um desktop convencional, mas ocupando menos espaço, consumindo menos energia e proporcionando mais flexibilidade no ambiente de trabalho. 

Mas, afinal, vale a pena investir em Mini PCs para modernizar a infraestrutura corporativa? Vamos te dar um panorama completo sobre essa tecnologia, siga a leitura!

O que é um Mini PC?

Computador Positivo Master C6400 MiniPro: pequeno no tamanho e gigante na performance.

Um Mini PC é um computador de mesa em formato compacto, oferecendo as mesmas funcionalidades de um desktop tradicional, porém ocupando menos espaço físico. Eles são projetados para ocupar menos de 10% do espaço de um computador convencional um desktop tem, em média, 15L de volume, enquanto um Mini PC tem cerca de 1L.

Vale destacar que o tamanho reduzido é da CPU, e não das telas, que podem ser de qualquer tamanho.

Essas dimensões são ótimas para quem deseja otimizar a organização do ambiente de trabalho sem abrir mão do desempenho, além de periféricos criados especialmente para atender as exigências de uso em ambientes corporativos.

Embora pequenos, esses dispositivos são projetados para oferecer alta performance, suportando desde tarefas básicas, como navegação na internet e edição de documentos, até aplicações mais exigentes, como softwares corporativos e videoconferências. Além disso, os Mini PCs são equipados com processadores de última geração, memória RAM expansível e opções de armazenamento SSD, garantindo velocidade e eficiência nas operações diárias.

Quais são as diferenças entre Mini PC e desktop tradicional?

Basicamente, o tamanho. Enquanto os desktops convencionais possuem gabinetes volumosos, os Mini PCs apresentam design ultracompacto, economizando espaço e energia. Além disso, apesar do tamanho reduzido, muitos Mini PCs oferecem desempenho comparável aos desktops tradicionais.

Como funciona um Mini PC?

Os Mini PCs operam de maneira semelhante aos desktops tradicionais, utilizando componentes de hardware modernos que garantem desempenho adequados para diversas aplicações no ambiente corporativo.

Muitas pessoas podem se questionar se um Mini PC consegue entregar o mesmo desempenho que um desktop tradicional. A resposta é sim. Modelos como os da linha Positivo Master MiniPro foram projetados para oferecer alta performance em um formato reduzido, sendo equipados com processadores Intel® Core™ i3, i5 ou i7, além de opções com AMD Ryzen. Essa configuração garante que os Mini PCs sejam capazes de rodar aplicativos corporativos com fluidez, processar grandes volumes de dados e proporcionar uma experiência de uso ágil e eficiente.

Principais benefícios do Mini PC

A adoção de Mini PCs pode trazer uma série de benefícios que vão além do simples ganho de espaço. 

Enquanto um desktop tradicional consome em média 300W, um Mini PC pode operar com apenas 65W a 90W, reduzindo a um terço o consumo de eletricidade. Essa economia se traduz em uma redução considerável nos custos operacionais, algo essencial para instituições que precisam administrar grandes volumes de equipamentos e otimizar o orçamento.

Além do menor consumo de energia, os Mini PCs são projetados com menos componentes plásticos e metálicos, reduzindo o impacto ambiental. Para empresas que adotam políticas de responsabilidade socioambiental, essa característica representa um grande ponto positivo, alinhando-se às práticas de governança sustentável.

O hardware dos Mini PCs faz com que eles sejam extremamente versáteis. Eles podem ser facilmente acoplados atrás de monitores, em suportes na parede ou até mesmo dentro de móveis planejados, garantindo que o ambiente de trabalho fique mais organizado e funcional. Em locais onde a mobilidade dos equipamentos é essencial, os Mini PCs se tornam ainda mais vantajosos.

Equipados com processadores modernos e opções de memória expansíveis, os Mini PCs são capazes de executar uma variedade de tarefas corporativas com eficiência, desde atividades básicas de escritório até aplicações mais exigentes.

Mini PC para empresas: vale a pena?

Os Mini PCs são ideais para ambientes corporativos que buscam otimizar espaço e recursos. Podem ser utilizados em estações de trabalho, salas de reunião e até mesmo em configurações de home office, já que os Mini PCs são fáceis de transportar e podem ser integrados a diferentes estações de trabalho.

No ambiente corporativo, a substituição de desktops tradicionais por Mini PCs pode trazer ganhos expressivos. Além do investimento inicial competitivo, os Mini PCs proporcionam economia contínua devido ao menor consumo de energia, tornando-se uma opção econômica a longo prazo para as empresas.

Como reduzir o consumo de energia nas empresas?

Outro fator que faz dos Mini PCs uma escolha inteligente é a facilidade de manutenção. Ao contrário dos desktops convencionais, que possuem gabinetes grandes e exigem desmontagem complexa para troca de peças, os Mini PCs contam com um acesso facilitado aos componentes internos. Isso reduz o tempo de manutenção, facilita upgrades e garante maior tempo de vida útil para os equipamentos.

Todos esses fatores geram bom custo-benefício para qualquer instituição que optar pela adoção dessa tecnologia.

Como escolher o Mini PC ideal?

Ao selecionar um Mini PC, é importante avaliar processador, capacidade de memória RAM, tipo e tamanho de armazenamento (HD ou SSD), e opções de conectividade disponíveis.

Dicas para uma compra assertiva

Conclusão: o Mini PC é uma boa escolha para sua empresa?

Os Mini PCs oferecem uma combinação perfeita de desempenho, economia e sustentabilidade, sendo ideais para empresas que buscam modernizar suas operações sem comprometer o orçamento. Com tamanho reduzido, baixo consumo energético e grande versatilidade, essa tecnologia se mostra atrativa para instituições que desejam melhorar a eficiência operacional e otimizar recursos.

Se você está avaliando a melhor forma de renovar a infraestrutura de TI da sua empresa, considerar a adoção de Mini PCs pode ser um passo estratégico. Quer saber mais sobre como os Mini PCs podem transformar sua organização?

Entre em contato com a Positivo e descubra qual modelo atende melhor às necessidades da sua instituição. Acesse nosso site e fale com um especialista!

16 metodologias de análise de dados para maximizar a tomada de decisão

No mercado atual, errar na hora de tomar decisões é um problema cada vez maior por causa da alta concorrência. Porém, esse processo sempre terá alguma chance de falhar. Contudo, ainda que não seja possível acertar 100% das vezes, você pode mitigar as chances de isso acontecer. Basta utilizar informações atualizadas e metodologias de análise de dados adequadas.

Nesse último caso, a escolha da melhor técnica entre as opções é um fator preponderante para diminuir a incerteza e aumentar a precisão. Dessa forma, vale conhecer as mais diversas possibilidades para entender quando podem ser aplicadas.

Pensando nisso, vamos apresentar 16 métodos analíticos e outros recursos. Confira!

Análise de dados corporativos na prática 

Em boa parte das atividades de uma empresa, a adoção de padrões processuais e procedimentais é a norma, sendo uma medida para qualificar sua execução. Via de regra, são estabelecidas etapas e descritas as ações que levam a determinado resultado. 

Na análise de dados, também existe um conjunto de boas práticas ordenadas que permite organizar, correlacionar e encontrar informações úteis a partir da aplicação de cada uma das metodologias analíticas. 

Um passo a passo comum a todas as opções abrange:

Importância de adotar a metodologia adequada

A tomada de decisão baseada em dados é valorizada por sua precisão e previsibilidade, já que elimina tanto “achismos” quanto impressões pessoais, deixando somente fatos para serem analisados. Ainda assim, existe uma margem de erro que se torna maior ou menor conforme a qualidade das fontes utilizadas e a escolha da metodologia pela qual elas serão examinadas.

Esse segundo aspecto exige considerar a fundo as opções, a fim de evitar a elaboração de cenários probabilísticos incompletos ou enviesados, por exemplo. Afinal, os efeitos disso tendem a prejudicar os resultados organizacionais. 

Para começar, há os danos diretos de uma definição inadequada. Imagine procurar esses subsídios para investir em produtos, estratégias ou mercados e seguir as indicações obtidas a partir de uma avaliação incorreta.

Nesse quadro, as perdas financeiras serão altas. Mas não é só isso: a capacidade de competir, inovar e responder a situações desafiadoras será reduzida sem a lucratividade proveniente desse investimento.

Além de gerar consequências negativas nas finanças e na competitividade, uma má escolha do método pode afetar indiretamente desde a imagem do negócio até o clima organizacional, causando uma série de problemas secundários.

Tipos de metodologias de análise de dados

O primeiro passo para selecionar a opção adequada é conhecer as diversas metodologias de análise de dados e descobrir as particularidades de cada uma. Confira 16 delas a seguir!

1. Causal 

Baseada na compreensão de causas e efeitos, seu objetivo é mensurar o impacto de uma variável independente sobre outra dependente. Essa opção é bastante útil quando há fatores fixos e outros que podem sofrer certas alterações, à medida que permite testar em teoria o desenvolvimento de cada um separadamente.

Sendo uma técnica comparativa, seus resultados devem ser avaliados considerando as semelhanças ou diferenças, facilitando o mapeamento das melhores chances de sucesso.

2. Clusterizada

Esse modelo organiza as informações em grupos com base na semelhança, tornando-o uma opção para quem está à procura de metodologias de análise de dados voltadas a grandes volumes. Dessa maneira, é viável trabalhar com apenas um ou alguns desses agrupamentos.

Esses clusters são úteis em empresas que contam com um portfólio amplo de produtos em vários segmentos, já que muitas tendências podem estar associadas a apenas uma categoria e não a todas.

3. Descritiva

Com foco no passado, essa técnica busca saber o que aconteceu. Em geral, é utilizada para verificar o retorno sobre o investimento ou o resultado de uma ação, permitindo perceber quando é hora de mudar uma estratégia. Em contraponto, não ajuda na descoberta de uma medida substituta.

4. Diagnóstica

Um passo à frente da descritiva, a diagnóstica é um exemplo de aperfeiçoamento que ocorre dentro das metodologias de análise de dados. Pois, ela ainda trabalha observando o que passou, mas busca estabelecer relações causais para explicar um evento ou fenômeno.

No entanto, seu impacto nas decisões limita-se ao que foi testado e avaliado. Isso acontece porque não indica possibilidades futuras, somente faz inferências sobre cenários que foram aplicados e seus efeitos observados. 

5. Estatística

Como o próprio nome indica, essa é uma metodologia que entrega percentuais para produzir probabilidades, indicar a variância, testar hipóteses, demonstrar intervalos, entre outros resultados matemáticos do tipo.

6. Estudo de caso

Essa metodologia de análise de dados visa compreender uma circunstância específica, considerando apenas seu contexto real. Ainda que use padrões como referência, essa técnica não tenta encaixar o que está avaliando neles, voltando-se a particularidades que podem gerar inconsistências frente a um quadro geral.

7. Exploratória

Tratando dados brutos ou desorganizados, a técnica exploratória é ideal para extrair as primeiras informações e descobrir o que pode ser encontrado dentro de uma fonte. Diante disso, é muitas vezes aplicada como processo inicial e depois complementada por alguma das outras metodologias de análise.

8. Fatorial ou correlacional

Outro modelo pensado para reduzir um grande volume de dados, esse tipo de análise trabalha com amostras para mapear padrões. Na prática, correlaciona fatores a partir da repetição de uma conclusão dentro de um perfil, oportunizando a compreensão de comportamentos comuns a quem se encaixa na mesma descrição.

9. Fenomenológica

Ao abordar aspectos subjetivos da análise de dados, a metodologia fenomenológica permite a compreensão e a interpretação de significados. Aplicada sobre experiências, ela ajuda a relacionar situações, símbolos etc. com o que cada pessoa associa no momento em que entra em contato com eles.

No mundo dos negócios, serve para que marcas consigam entender os fatores socioculturais e pessoais que estão levando seu público a perceber seus produtos ou serviços de uma certa forma. Um exemplo de sua aplicação é na seleção de cores para uma logomarca.

10. Preditiva

Em uma abordagem oposta à das metodologias de análise de dados descritiva e diagnóstica, o método preditivo se volta a antecipar tendências futuras. Entretanto, ele segue pautado no passado por usar informações que vem de um histórico. Assim, não há certeza do que vai acontecer, somente consegue-se supor as probabilidades dentro de um intervalo de confiabilidade.

11. Prescritiva

Derivada das metodologias preditiva e descritiva, a avaliação prescritiva fornece elementos para a tomada de decisão. Para tanto, utiliza informações de situações semelhantes em prol de compreender os potenciais desenvolvimentos.

12. Quantitativa

Uma das metodologias de análise de dados mais conhecidas, a quantitativa tem caráter estatístico. Isto é, lida com informações em formato de números e percentuais. Ou seja, seus resultados indicam probabilidades, quantidades, intervalos numéricos etc., mas não explicam ou fornecem contextos.

Com aplicações em áreas como marketing, vendas, financeiro e produção e estoques, essa opção responde perguntas mais objetivos, auxiliando em tomadas de decisão que não exijam uma avaliação estratégica de causas.

13. Qualitativa

As opções quantitativa e qualitativa tendem a ser vistas como metodologias de análise de dados opostas. Não à toa, já que abordam o processo avaliativo de formas completamente diferentes, com essa última se voltando a entender fatores subjetivos. Porém, elas são complementares, uma vez que permitem que uma aprofunde a outra.

14. Séries temporais

Também é viável prever tendências utilizando séries temporais. Em boa parte das análises, essa opção é preferida diante das demais metodologias para estabelecer o comportamento de uma variável ao longo do tempo.

Diante de muitas variações cíclicas e sazonalidades, essa forma de observar as informações serve para antever repetições dos mesmos eventos. Assim, picos e quedas podem ser antecipados. Logo, a empresa consegue ter um plano de ação para reagir, evitando que efeitos negativos aconteçam novamente.

15. Temática

Muitas vezes, encontrar o padrão em dados qualitativos tende a parecer um exercício de interpretação. Ou seja, uma análise excessivamente subjetiva, com uma ampla margem para o enviesamento. Entretanto, o uso de metodologias adequadas protege a confiabilidade do processo.

Entre essas técnicas, a avaliação temática possibilita identificar a repetição de temas, ideias ou afirmações. Ainda que dependa da atenção e da compreensão do analista ou do cientista de dados, garante uma maior objetividade.

16. Teoria fundamentada

Dados também podem ser a base para a elaboração de teorias. Para tanto, essa metodologia utiliza um processo de codificação que:

Escolha da metodologia ideal

As 16 metodologias de análise de dados apresentadas formam uma lista abrangente e variada. Isso porque cada uma se encaixa em uma necessidade que analistas e gestores têm na hora interpretar informações corporativas. 

Desse modo, o ideal é selecionar a opção que melhor responde às demandas do momento, a fim de aumentar o acerto das conclusões. Para tanto, existem alguns critérios que filtram qual das técnicas pode ser usada. Descubra a seguir quais são esses limitadores e como tomar essa decisão!

Entenda o material com que está trabalhando

Não é possível aplicar uma determinada metodologia de análise de dados se a base de informações disponível não contém os elementos necessários para o processo que ela propõe ser efetivado.

Achou confuso? Que tal um exemplo para entender melhor? A avaliação temática só é aplicável em pesquisas qualitativas. Afinal, a repetição de assuntos ou perspectivas que a caracteriza depende disso.

No fim das contas, esse limitador tende a eliminar, ainda no início, diversas possibilidades que não se encaixam com o material que o estudo pretende utilizar, facilitando a seleção da técnica.

Considere o objetivo da análise

Algo bem óbvio no campo analítico é que o “como” tem relação com “o que”. De modo lógico, isso significa que o objetivo deve guiar a escolha do método a ser utilizado para atingi-lo.

Ponderar essa questão começa pela pergunta que se deseja responder com o estudo dos dados. Todavia, a finalidade se estende também a outros elementos que variam de projeto para projeto.

Pense um pouco: técnicas que permitem o agrupamento de informações — clusterizada, fatorial ou correlaciona —, apenas são úteis em avaliações cujas questões possam ser respondidas sob a perspectiva da generalização da conclusão para um grupo.

Veja a compatibilidade entre a técnica e as ferramentas disponíveis

Desde planilhas com fórmulas até sistemas desenvolvidos para realizar o processo analítico são ferramentas que agilizam o processamento, automatizam etapas, aumentam a confiabilidade e reduzem os erros técnicos. Por isso, não devem ser descartadas. 

No entanto, o uso de soluções informatizadas também tem limitações. Suas capacidades e funcionalidades podem impedir que alguma das metodologias seja aplicada. Diante disso, o melhor é considerar os demais fatores e entender se não existem opções metodológicas que atinjam os mesmos objetivos sem perder as vantagens que a tecnologia fornece.

Uma alternativa é fazer uma parte da avaliação por meio dos softwares e complementá-la de maneira manual e usando outros recursos de TI que estejam disponíveis, haja vista que tal somatório tem o potencial de impulsionar a qualidade das conclusões.

Avalie o uso de metodologias complementares

Não são só as tecnologias que podem ser complementares, as metodologias de análise de dados também levam a resultados mais qualificados se usadas em conjunto. Isso quer dizer que a escolha da técnica mais alinhada com as demandas nem sempre precisa se limitar a uma única resposta. 

Para exemplificar, os métodos estatístico e exploratório são ideais. O primeiro produz percentuais cujo entendimento tenha se associado a técnicas que trabalham causa e efeito ou comparações.

Já o segundo costuma ser aplicado em insumos informacionais brutos para iniciar o processo analítico. Portanto, pode ser utilizado em parceria com vários outros para construir um panorama completo de uma situação.

Agora que explicamos 16 metodologias de análise de dados, fica mais fácil utilizar as informações da sua empresa para tomar decisões mais acertadas. Com a escolha do método ideal, isso será possível com uma margem de erro reduzida, maximizando os resultados do negócio e aumentando sua competitividade.

Quer saber mais sobre o uso de dados nas empresas? Então confira como a mineração de dados pode ser importante!

Como garantir a eficiência operacional para impulsionar os resultados?

Fazer mais, tanto em quantidade quanto em qualidade, utilizando menos recursos, é o objetivo de todas as empresas. Afinal, a eficiência operacional é o caminho para impulsionar resultados e aumentar a lucratividade.

Embora seja um conceito simples, na prática, ele requer a aplicação de um conjunto de medidas que precisam estar presentes em cada atividade, elevando a exigência na hora de planejar e realizar qualquer tarefa.

Para tornar sua implementação mais fácil, hoje vamos apresentar desde estratégias até soluções que ajudam a atingir tal nível. Confira a seguir essas e outras informações!

Eficiência operacional requer inteligência e estratégia

É preciso investir em estratégias inteligentes para reduzir erros, desperdícios e retrabalho, aproveitando ao máximo os recursos disponíveis e otimizando cada ação para manter a competitividade.

Nesse contexto, a eficiência operacional implica ter dois objetivos:

Logo, processos, tecnologias e pessoal são elementos a serem trabalhados em prol de benefícios como:

Estratégias para garantir bons resultados

Os ganhos proporcionados por uma operação mais eficiente são fundamentais no ambiente mercadológico atual, visto que a competitividade tem aumentado e já depende de detalhes para ser alcançada. Por isso, otimizar continuamente é desafiador. Contudo, algumas estratégias são bastante impactantes para esse fim. Veja quais! 

Mapeamento e sistematização dos fluxos

Uma empresa é formada por processos e recursos que juntos compõem os meios pelos quais a produção de resultados se desenvolve. Diante disso, quanto mais bem organizados os fluxos, menores serão as perdas que geram ineficiência. Ainda, essa é uma forma de evitar erros, agilizar as atividades e gerenciar a qualidade da execução.

Assim, mapear e sistematizar toda a jornada que gera valor é o início do percurso para atingir a eficiência operacional. Isso implica conhecer as ações envolvidas e como elas se relacionam com pessoas, tecnologias e entre si, com pessoas, tecnologias etc. 

Colocar esse passo em prática requer o acompanhamento real, visualizando o andamento do trabalho enquanto ele acontece e dialogando com os colaboradores que o realizam, a fim de compreender seus detalhes.

Cabe lembrar que, embora essa estruturação em etapas ordenadas que desencadeiam as próximas seja mais comum em fábricas, tal premissa é válida para qualquer tipo de organização.

Estabelecimento de metas claras e possíveis

Em gestão, existem alguns paradigmas que dificilmente serão quebrados por serem bases tão simples quanto úteis para o desempenho dessa função. Um deles é a importância de saber aonde quer chegar — não à toa, uma vez que objetivos e metas guiam as demais decisões corporativas.

Isso posto, é necessário implementar duas práticas para que essas definições sejam seguidas: 

Padronização de processos

Há quem pense que a padronização de processos usada na gestão da eficiência operacional e da qualidade, bem como pelas metodologias ágeis, engessa o dia a dia de trabalho.

Muitas vezes, essa percepção ocorre entre colaboradores e gestores que passam grande parte das jornadas dedicados a resolver problemas. Isso porque o tempo perdido focando nas dificuldades tanto é um desperdício a ser combatido quanto impede a descoberta dessas medidas como soluções capazes de evitar tais contratempos.

A lógica aqui é simples: de fato a resolução das problemáticas tende a ser mais rápida quando existe flexibilidade. No entanto, é muito mais inteligente e econômico apenas criar formas para impedir que elas aconteçam.

Uma das maneiras de colocar esse objetivo em prática é contar com procedimentos que descrevem como cada atividade deve ser feita ordenados em um fluxo otimizado. Em consequência, as rotinas melhoram e as falhas são minimizadas.

Treinamentos e capacitações frequentes

A clareza é um elemento primordial para uma gestão de pessoas que vise eficiência. Essa característica deve estar na comunicação e nas orientações cotidianas, mas também em treinamentos capazes de permitir que cada funcionário compreenda como o trabalho deve ser feito.

Por trás dessas formações estão fatores que geram segurança para esses profissionais acerca de suas funções, limitações e expectativas que a empresa tem, aumentando seu engajamento na hora de realizar as atividades ou dar sugestões de melhorias, por exemplo.

Assim, o impacto das capacitações começa no campo motivacional, estendendo-se para a produtividade e a proatividade. Outro aspecto desse quadro é a eliminação de lacunas ou dúvidas. Ademais, preparar as equipes é imprescindível para que as estratégias apresentadas sejam aplicadas diariamente. 

Acompanhamento dos índices de eficiência

Dados e métricas têm sido um refúgio para os gestores que desejam segurança. No contexto da eficiência operacional, monitorar índices de custos e produtividade, por exemplo, possibilita:

Dessa forma, os responsáveis por implementar e administrar esse objetivo conseguem ter um panorama dos fatores que influenciam na capacidade da empresa ser otimizada ao máximo.

O sucesso dessa estratégia demanda a definição de quais serão os indicadores a acompanhar e segue com a estruturação de meios para isso. Nesse caso, registros e tecnologias analíticas se somam às soluções de TI avançadas que agilizam o processo de controle.

Gerenciamento de mudanças

padronização e a sistematização de processos, que estabelecem etapas com os respectivos procedimentos para compor fluxos de trabalho otimizados, não são atividades definitivas. Logo, adaptações e melhorias são parte da jornada de perseguir a eficiência operacional.

Entretanto, essas modificações tendem a encontrar resistência daqueles que já estão confortáveis com o modelo vigente ou ser questionadas por falta de compreensão das vantagens que geram e das necessidades que levam a sua realização.

Desse modo, o gerenciamento das mudanças é uma estratégia que não pode ser ignorada, à medida que permite reduzir os atritos e acelerar a implementação do novo a partir de atividades como:

Melhoria contínua

Muitas das estratégias anteriores são comumente aplicadas em metodologias voltadas à melhoria contínua. Dessa forma, colocar mais essa medida de eficiência operacional em ação não será um grande desafio, uma vez que várias das suas bases já estão em andamento.

Porém, é preciso dar um passo além, criando processos e procedimentos que tornam a busca por oportunidades de otimização ou por problemas uma atividade periódica. Mais que isso, vale incentivar a proatividade quanto a essa procura, reduzindo as perdas.

A capacidade de remover desperdícios, ações desnecessárias, etapas repetidas e demais práticas que não agregam, é o que justifica investir nisso.

Mensuração da eficiência operacional da empresa 

A relevância que dados, métricas e metas têm para a eficiência operacional não é sem razão. Medir objetivamente esse aspecto evita que perdas passem despercebidas enquanto minimiza as avaliações incorretas e seus efeitos como:

Além disso, quanto mais melhoramos as atividades, menores são as lacunas para a otimização. Ou seja, as oportunidades ficam menos óbvias e seus resultados menos impactantes. 

Assim, o uso de cálculos se torna uma decisão inteligente para descobrir se em quais pontos é possível obter vantagem. Nesse caso, tudo parte da fórmula:

Eficiência Operacional = (Despesas / Receitas) x 100

Portanto, se as despesas — que abrangem todos os custos —, foram de R$ 30 mil e as receitas chegaram a R$ 50 mil, a resposta será 60%. Já se foram gastos R$ 42 mil para atingir o mesmo faturamento, chegamos a 84%. 

Isso significa que quanto maior o resultado, menor a eficiência, pois os custos exigem que uma parcela maior da receita seja destinada a cobri-los.

Soluções para superar desafios nessa jornada

A busca por eficiência operacional tende a ser incessante. Isso porque a competitividade continua exigindo mais e mais das empresas para se manterem ao mesmo tempo que os processos se tornam cíclicos e as mudanças inevitáveis. 

Dessa forma, acompanhar o ambiente de negócios requer uma gestão adequada desse aspecto. Entretanto, alguns desafios surgem nesse percurso. A boa notícia é que esses complicadores podem ser superados. Entenda como a seguir!

Uma boa comunicação é o início da eficiência

Desafios como ruídos, mal-entendidos, atritos e silos geram erros que são uma das maiores fontes de ineficiência. Todavia, uma boa comunicação pode resolver esses problemas. Basta alinhar práticas e soluções que auxiliem em seu funcionamento.

Em uma empresa, esse resultado se baseia em uma cultura organizacional que incentiva a transparência, possibilitando que processos fluam. Dessa maneira, as lideranças conseguem destinar tempo e recursos para a transmissão de informações em:

Outro elemento são os canais disponíveis para dar suporte a diversas situações em que as trocas se tornam uma ferramenta para construir eficiência operacional. Exemplos não faltam, com e-mails sendo úteis para oficializar decisões ou aplicativos de mensagens que permitem que dúvidas pontuais sejam suprimidas rapidamente.

O volume de dados não pode esconder ineficiências

Não basta coletar dados, boas decisões empresariais dependem da maneira como eles são tratados e analisados. Um contexto em que isso se torna um problema envolve a presença de bases informacionais volumosas escondendo ineficiências e oportunidades de melhoria por não serem bem aproveitadas.

Para contornar esse desafio, uma boa escolha de plataformas e sistemas que atuem nessas atividades deve ser complementada por uma infraestrutura de TI robusta, a exemplo da Linha All In One, desktops e notebooks da Positivo, visando garantir um processamento ágil.

Erros nas operações repetitivas e manuais podem ser evitados

Mesmo os colaboradores mais competentes, experientes e treinados estão sujeitos a erros, especialmente quando estão realizando atividades repetitivas ou manuais. Do ponto de vista da eficiência operacional, esse contexto desafiador aumenta as chances de retrabalhos, desperdiçando tempo e recursos.

Mais que isso, se as incorreções não forem percebidas, elas podem chegar até os consumidores, prejudicando a imagem da organização e exigindo investimentos que seriam mais bem aproveitados em outros lugares para superar o quadro. 

Frente a esse cenário, é preciso agir para prevenir tais situações. A boa notícia é que a tecnologia tem se voltado para esse tipo de questão e respondido por meio de soluções que automatizam essas tarefas.

Aliás, essa tendência é uma aliada da otimização também por permitir que esses funcionários possam se dedicar a questões estratégicas, agregando valor, inovando e encontrando outras oportunidades de melhoria. 

A ferramenta certa para cada necessidade faz diferença

Não dá para negar que os maiores desafios para o atingimento da eficiência operacional são superados com o auxílio de inovações tecnológicas. Tanto que a TI tem sido uma área-chave nas empresas. 

Porém, a escolha de produtos e parceiros inadequados tende a criar dificuldades. Pense um pouco: a empresa adquire um software para eliminar a perda de tempo com atividades manuais, potencializar o uso de dados ou melhorar a comunicação, só que na hora de rodar, a infraestrutura não corresponde e a ajuda especializada demora a chegar.

Falhas no carregamento de páginas, lentidão, avisos de erro se somam a morosidade para consertar os equipamentos, atrasando o trabalho da equipe e gerando perdas altamente impactantes.

Para evitar tudo isso, é necessário investir na ferramenta certa para cada contexto. Vale atualizar de servidores a tablets, dando aos funcionários um elevado poder de processamento e autonomia para utilizar as soluções fornecidas pelo estabelecimento. 

Outra opção é contar a Positivo As A Service — uma maneira eficaz de superar todas essas problemáticas, pois disponibiliza serviços de locação e manutenção para organizações.

A eficiência operacional é um diferencial e tanto no mercado atual. Por isso, implementar boas estratégias e acompanhar seu desenvolvimento são atividades importantes para organizações que querem ser mais competitivas.

Considerando que a tecnologia é muito útil nesse contexto, que tal começar a usá-la a seu favor com ajuda da Positivo? Conheça nossas soluções agora!

Dados sensíveis: o que são e como coletar e armazenar

A famosa Lei nº 13.709/2018 — também conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) — surgiu com o objetivo de “proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural”. Nesse contexto, os dados sensíveis exigem um cuidado ainda maior, tanto por parte dos indivíduos que os possuem quanto das instituições que os coletam

Os dados pessoais considerados sensíveis são aqueles que podem gerar consequências para os indivíduos que os revelam, como preferência política, orientação sexual ou convicção religiosa, por exemplo. Esse tipo de informação não deve ser revelada ou divulgada, a não ser que o próprio cidadão portador desses dados autorize.

Ao longo deste artigo, vamos detalhar um pouco mais o que são dados sensíveis, como eles se diferenciam de outros tipos de dados pessoais, quando e como coletá-los e, ainda, como armazená-los com segurança.

Para começar, vamos definir de forma clara o que são dados sensíveis. Comece a leitura agora mesmo!

O que são dados sensíveis?

Dados sensíveis são um tipo de dado pessoal que, se descobertos ou vazados para pessoas não autorizadas a conhecê-los, podem provocar situações discriminatórias ou constrangedoras, ou ainda colocar o dono das informações em uma posição de vulnerabilidade.

Sendo assim, são considerados dados pessoais sensíveis:

Por que esses dados são considerados sensíveis?

Há uma série de razões para que esse tipo de dado pessoal não seja divulgado ou armazenado sem autorização. Imagine, por exemplo, uma pessoa homossexual que se candidate a uma vaga de emprego. Ela pode sofrer discriminação durante o processo seletivo em função de sua orientação sexual, o que é proibido por lei.

Agora, vamos imaginar outra situação: considere um indivíduo que tenha determinada convicção religiosa, mas que viva em uma região com muitas pessoas que têm outro tipo de crença. Essa pessoa, ao ter esses dados sensíveis divulgados, pode sofrer ameaças, retaliações, chantagens e outros tipos de problemas.

Qual é a importância dos dados sensíveis?

Os dados sensíveis revelam quem uma pessoa é na sua essência. Todos nós somos o resultado de nossas experiências de vida, mas também de nossas preferências, nossa visão de mundo e nossas formas de viver. Isso deve ser respeitado em qualquer situação, mas nem sempre é o que ocorre.

A discriminação pode resultar em uma série de consequências para as pessoas, especialmente aquelas que passaram pela infelicidade de ter seus dados sensíveis vazados.

Sabe-se, por exemplo, que pessoas que não seguem o padrão heteronormativo tendem a ser perseguidas e discriminadas, o que pode acarretar desde a perda de um emprego até retaliações violentas, podendo até levar à morte.

Por outro lado, os dados sensíveis podem ser necessários em determinadas situações. Por isso eles são diferenciados na legislação e devem ter o tratamento adequado, sempre que for necessário revelá-los para alguma empresa, prestador de serviço ou instituição pública.

Quais as diferenças entre dados sensíveis e dados não sensíveis?

Muitas pessoas — e até mesmo empresas — têm dúvidas a respeito das diferenças entre dados sensíveis e dados não sensíveis. A explicação simples é: dados não sensíveis são aqueles considerados “neutros”, que não podem ser usados para provocar qualquer tipo de discriminação contra alguém. Já os dados sensíveis podem resultar em ações discriminatórias.

Os dados não sensíveis mais comuns são:

Uma coisa precisa ficar clara: mesmo que sejam considerados dados não sensíveis, eles não devem ser divulgados e vazados amplamente, sem autorização dos indivíduos. Ainda que não revelem intimidades a respeito de seus donos, esses dados devem ser armazenados com segurança por empresas e instituições que venham a coletá-los, conforme a LGPD orienta.

Quando dados sensíveis podem ser coletados?

Os dados sensíveis devem ser armazenados em segurança, evitando vazamentos e constrangimentos para os indivíduos. Mas isso não significa que eles devam ficar trancados a sete chaves. Há, sim, situações em que os dados sensíveis podem ser coletados. A responsabilidade pela segurança dessas informações, no entanto, é de quem faz essa coleta.

Veja, a seguir, alguns exemplos de situações em que dados sensíveis podem ser coletados.

Aplicação de políticas públicas

Frequentemente, instituições públicas (e, em alguns casos, até mesmo privadas) podem implementar políticas voltadas a determinados grupos, que muitas vezes são marginalizados na sociedade.

Um exemplo é a realização de iniciativas voltadas à comunidade LGBTQIA+. Para serem beneficiadas com políticas públicas ou iniciativas de empresas voltadas a pessoas pertencentes a essa comunidade, é necessário revelar a orientação sexual, que é um dado sensível.

Realização de políticas de saúde

Assim como no caso de políticas públicas voltadas à comunidade LGBTQIA+, políticas de saúde também podem ser implementadas por instituições públicas. Para serem beneficiadas, as pessoas que sejam portadoras de determinada doença coberta por esse tipo de iniciativa devem revelar sua condição de saúde (dado sensível) aos agentes de saúde envolvidos.

O mesmo vale para situações em que a religião de um paciente traz impedimentos em relação a procedimentos de saúde, como a transfusão de sangue. Para respeitar as convicções religiosas da pessoa tratada, ele precisa revelar esse dado sensível aos agentes de saúde. Os profissionais e instituições envolvidas (hospital, por exemplo) têm a responsabilidade de preservar esse dado de vazamentos.

Aplicação de políticas raciais

Algumas leis no Brasil garantem a disponibilização de cotas para pessoas afrodescendentes. A Lei nº 12.990/2014, por exemplo, legisla a respeito da reserva à população negra de 20% das vagas oferecidas em concursos públicos. Já a Lei nº 12.711/2012 trata das cotas universitárias, reservando parte das vagas para alunos do ensino público e outra para estudantes pretos, pardos e indígenas.

No caso das cotas raciais, trata-se de disponibilização de dados sensíveis, o que deve ser protegido pelas instituições que tiverem acesso a essas informações.

Quais as formas seguras de fazer a coleta de dados sensíveis?

Em função do risco de vazamentos, é necessário que a coleta de dados sensíveis ocorra com um alto padrão de segurança. Existe uma série de recursos tecnológicos que facilitam esse procedimento às instituições envolvidas na coleta de dados.

Acompanhe, na sequência, as formas mais seguras de fazer a coleta de dados sensíveis.

Criptografia de dados

De acordo com o Instituto Brasileiro de Cibersegurança (IBSEC), “a criptografia de dados é um método de segurança que traduz dados em um código, ou texto cifrado, que só pode ser lido por pessoas com acesso a uma chave secreta ou senha. Os dados não criptografados são chamados de texto simples. A ciência de criptografar e descriptografar informações é conhecida como criptografia”.

As instituições que coletam dados sensíveis devem contar com sistemas de TI criptografados para armazenamento dessas informações com a máxima segurança não apenas quando eles estão “em repouso”, mas também em situações em que esses dados precisem ser transferidos para outro sistema. Nesse caso, aplica-se a chamada “criptografia de ponta a ponta”, que deve garantir um “transporte” seguro dessas informações.

Armazenamento em nuvem

O Serasa define armazenamento em nuvem como “uma forma de guardar arquivos em um ambiente conectado à internet”. Diferentemente do uso de HD externo, por exemplo, esse armazenamento ocorre em servidores localizados em distintos locais, muitos fora do Brasil.

O armazenamento em nuvem é considerado uma forma mais segura de guardar arquivos e dados, já que não estão em um equipamento físico que pode ser roubado, extraviado ou inutilizado de alguma forma. De nada adianta manter os dados sensíveis de uma pessoa em um notebook e ter esse aparelho furtado, certo?

Assim, o uso de sistemas de armazenamento em nuvem, que mantêm os dados seguros em ambientes online, oferece mais segurança a todos os envolvidos. Embora ataques cibernéticos possam ocorrer, os sistemas de proteção e cibersegurança, além da já mencionada criptografia, dificultam muito que esses dados sejam revelados a terceiros não autorizados.

Controle de permissões

Mesmo que uma instituição pública ou privada colete dados sensíveis a respeito de indivíduos, esse acesso deve ser restrito apenas aos profissionais que realmente precisam dessas informações. Assim, os sistemas que armazenam ou transacionam dados sensíveis devem conter controles de permissões (ou controles de acesso).

Imagine, por exemplo, um consultório médico, no qual o profissional de saúde precisa saber se o paciente tem determinada doença. A informação é registrada no prontuário eletrônico, mas não deve ser acessível à sua secretária.

Backup de segurança

Backup é a realização de cópias digitais de arquivos e dados. Sua função é garantir que nenhuma informação seja perdida, mesmo que o sistema que originalmente armazena essas informações seja danificado.

A realização de backups de segurança frequentes é uma forma de evitar a perda de dados. Assim, uma medida importante contra o extravio de dados sensíveis é contar com sistemas que realizem, periodicamente, esse tipo de ação.

Quais são as consequências de um vazamento de dados sensíveis?

Há uma série de consequências que o vazamento de dados sensíveis pode trazer para os indivíduos que tenham suas informações disponibilizadas indiscriminadamente. A seguir, elencamos algumas das mais graves. Continue acompanhando para saber mais!

Discriminação em ambientes profissionais, escolares e outros

A orientação sexual de uma pessoa é um dado sensível que não deve ser aberto a terceiros sem autorização. Embora a sociedade já tenha evoluído e aceite a comunidade LGBTQIA+ com mais naturalidade do que há algumas décadas, ainda há um longo caminho a ser percorrido

O Brasil é considerado o país mais homotransfóbico do mundo. Assim, ambientes de trabalho e instituições de ensino ainda podem ser ambientes bastante hostis a pessoas que não seguem o padrão heteronormativo. A legislação, portanto, classifica a orientação sexual como um dado sensível, com a intenção de proteger esses cidadãos.

Exclusão familiar

Mesmo dentro da família, muitas vezes as pessoas LGBTQIA+ não estão totalmente seguras. Ainda que a sociedade tenha evoluído, o preconceito ainda é muito grande. Portanto, a orientação sexual é um dado sensível que deve ser preservado, e não divulgado amplamente. 

O mesmo vale para outros dados sensíveis que podem dificultar a vida de alguém em família, como portar alguma doença, ter uma determinada preferência política ou convicção religiosa.

Perseguição política

Como mencionamos, a perseguição política é outra consequência possível do vazamento de dados sensíveis (como a filiação de um cidadão a um partido político, por exemplo).

Embora não haja proibição de filiação política no Brasil, indivíduos que integram algum partido podem sofrer discriminação e até perseguição em ambientes de trabalho e de ensino ou, ainda, na própria vizinhança.

Assim, esse tipo de dado só pode ser divulgado com plena autorização do indivíduo que é filiado a algum partido.

Por quanto tempo dados sensíveis devem ser armazenados?

A LGPD não é clara a respeito do tempo que os dados sensíveis podem ficar armazenados. Pelo menos, não do ponto de vista de meses ou anos. O que fica claro é que esse armazenamento deve ocorrer apenas pelo tempo necessário para que a atividade-fim (que gerou a necessidade de coletar os dados sensíveis) seja concluída.

Chegamos ao final deste artigo, no qual esclarecemos os principais pontos no que diz respeito aos dados sensíveis. Com a LGPD, os dados pessoais dos brasileiros passaram a ser protegidos com mais rigidez, tanto em meios físicos quanto digitais. 

Afinal, como visto ao longo do texto, há uma série de consequências bastante sérias para os indivíduos que, eventualmente, tenham seus dados sensíveis divulgados. A legislação existe para regular e punir com severidade os responsáveis por vazamentos ou divulgações não autorizadas dessas informações.

Sendo assim, a tecnologia é uma grande aliada de empresas e demais instituições que necessitem armazenar ou transacionar dados sensíveis, seja por meio da criptografia, do armazenamento em nuvem ou outros recursos que deem o devido suporte a esse tipo de operação.

Esperamos que tenha gostado do conteúdo sobre dados sensíveis. Agora, que tal continuar com a gente? Leia nosso blog post sobre smart contracts e como eles podem revolucionar a gestão de documentos.

Comunicação empresarial: guia completo para aprimorar no ambiente

Entre os desafios que os gestores enfrentam na rotina corporativa, a comunicação empresarial é um dos mais relevantes. Afinal, os resultados estão bastante atrelados a esse conceito.

Por um lado, quando uma empresa se volta para o mercado externo, suas estratégias aplicadas em marketing, atendimento ou vendas precisam ser constantemente atualizadas para fortalecer o relacionamento com os clientes e atrair compradores para a marca.

Por outro lado, o ambiente de trabalho interno exige uma interlocução adequada com colaboradores, colegas e líderes, a fim de garantir que todos se direcionam para os mesmos objetivos.

Diante disso, hoje vamos apresentar um panorama sobre o assunto. Confira, a seguir, desde seu impacto até as melhores formas de aprimorar sua abordagem!

Por que a comunicação é tão importante para os resultados empresariais?

A comunicação é um fenômeno sociocultural. Logo, existe para instrumentalizar as relações sociais e se baseia em elementos da cultura para normatizar seu funcionamento. Ou seja, é algo bastante subjetivo e em constante mutação.

Nesse sentido, ter uma estrutura planejada para a comunicação no âmbito empresarial ajuda cada negócio a torná-la mais objetiva e profissional. A ideia por trás disso é utilizar seus componentes de maneira adequada e padronizar boas práticas de conduta para atingir bons resultados organizacionais. 

O trabalho, por exemplo, é uma atividade coletiva e ordenada que demanda trocas de informações tanto para integrar novos participantes quanto para orientá-los em seu posicionamento.

Por isso, vale investir em medidas para que todos sejam capazes de se comunicar bem, evitando consequências desastrosas. Isso inclui tarefas executadas de modo incorreto ou decisões tomadas sem a devida consideração dos fatos porque os envolvidos não transmitiram o que queriam dizer com precisão.

Dessa forma, aprimorar as habilidades, os meios e as convenções em torno dessa questão é imprescindível para fugir de tais problemas. Ao mesmo tempo, fazer isso impulsiona vantagens como:

Quais fatores são relevantes para uma comunicação empresarial eficiente?

Como parte do ambiente corporativo, a comunicação empresarial precisa obedecer aos mesmos critérios que as demais dinâmicas presentes nele. Mais que isso, essa questão é central para o andamento do trabalho, a ponto de exigir um tratamento cuidadoso. 

Desse modo, ela deve ser alinhada à cultura da organização. Via de regra, se existem padrões institucionalizados e referências adequadas, boas posturas serão aplicadas nas interações, removendo ambiguidades para facilitar a compreensão. 

A ética é outro componente relevante para que seus processos se desenvolvam corretamente e gerem os resultados esperados. Não à toa, alguns dos ingredientes para seu sucesso têm uma forte ligação com esse elemento.

Pense um pouco: clareza e transparência não são possíveis quando quem transmite a informação deseja que ela não seja compreendida ou que haja margem para interpretação. De igual forma, a responsabilidade de dar um retorno ágil depende de um comprometimento decorrente desse fator.

Ainda, a busca por melhores práticas é preponderante para atingir seu máximo. Tal aspecto se relaciona diretamente com a necessidade de adaptação e atualização dos elementos — meios, linguagens, símbolos, entre outros — de comunicação.

Como são organizados os tipos de comunicação empresarial?

A abrangência da comunicação empresarial, que envolve diversos aspectos institucionais, práticos e mercadológicos, levou esse conceito a ser categorizado em tipos com o objetivo de facilitar o entendimento de como funciona.

Ela pode ser classificada entre interna e externa, de acordo com o grupo de pessoas para o qual é voltada. Nesse caso, a primeira trabalha na divulgação para os colaboradores, enquanto a segunda é dirigida para clientes, representando o trabalho do marketing, vendas, atendimento etc.

Entender essa organização ajuda na elaboração de estratégias, na escolha de canais e na identificação dos fluxos. Aliás, esses últimos têm tudo a ver com a outra forma de dividi-la em:

Quais medidas permitem aprimorar esse processo?

Por estar sujeita à complexidade das relações humanas e depender de um conjunto de valores considerados profissionais, aprimorar a comunicação empresarial é desafiador. Para ajudar, separamos algumas medidas que têm grande impacto nisso. Veja uma a uma e comece agora a otimizar essa questão!

Entenda com que está falando

A comunicação empresarial é um conceito amplo. Assim, é importante entender o público-alvo de cada ação para melhor direcionar a forma e o meio de disseminar uma ideia.

Tal cuidado não se limita a separar clientes de colaboradores, deve se estender às estratégias institucionais voltadas a investidores ou fornecedores e até os diversos perfis dentro desses grupos.

A partir de uma análise de dados demográficos e comportamentais, é possível trabalhar componentes como clareza ou adaptação de modo acertado para que as informações sejam completamente compreendidas quando transmitidas.

Vale notar que a necessidade dessa avaliação está diretamente ligada à dimensão sociocultural do processo, haja vista que no ambiente de trabalho pessoas com experiências e visões distintas precisam conviver em harmonia.

Logo, uma mensagem só é entendida se houver um alinhamento pautado na cultura organizacional, de significados e linguagens. Em consequência, as próprias trocas servem para construir convenções nesse sentido.

Integre as áreas da empresa

Há muitos fatores impactando as dinâmicas que caracterizam o funcionamento da comunicação e fazendo dela um desafio para os gestores. Entre eles, a formação de silos por parte das equipes a tal ponto de minimizar o fluxo de informações dentro da corporação.

Esses grupos, normalmente associados às áreas, acabam dando preferência pela interação entre membros ou não criam mecanismos de divulgação de dados organizacionais tão efetivos para quem está fora.

Assim, integrar esses times, incentivando que colaborem e dialoguem em níveis tanto formais quanto informais, gera muitos ganhos para a organização.

Um bom exemplo é a capacidade de pessoas que estão distantes do problema de gerar ideias que aqueles envolvidos diariamente na atividade não percebem tão facilmente, promovendo melhorias que agregam nos resultados.

Dessa forma, quando funcionários de setores diferentes conhecem os procedimentos dos demais, eles conseguem perceber como podem contribuir a partir de suas próprias posições, criando fluxos comunicacionais consistentes.

Crie um fluxo de comunicação regular

Instituir processos formais de feedback e fazer reuniões com frequência são dois bons exemplos de como desenvolver uma comunicação empresarial regular. O primeiro se volta para o processo de melhoria contínua, permitindo que desafios e oportunidades venham à tona. Já o segundo é um meio de provocar alinhamentos.

Ambos são medidas básicas em negócios altamente competitivos. Portanto, avançar requer posturas que abrangem:

Em relação a esse último tópico, ouvir os membros do time é uma importante ferramenta para gestores otimizarem atividades, descobrirem problemas e encontrarem soluções. Porém, isso só vai acontecer se cada empregado perceber que sua opinião é valorizada. 

Ou seja, não basta escutar, é necessário acolher o que é dito, dialogar sobre o assunto para compreender totalmente as razões de ele receber atenção de alguém da sua equipe e reconhecer a relevância disso.

Conte com boas ferramentas de comunicação

Os canais de contato são outro elemento importante para aprimorar a comunicação empresarial. Isso porque essas ferramentas têm mudado tais processos e ganhado destaque dentro das estratégias para tanto.

Pense no marketing digital e em como redes sociais, buscadores, blogs ou e-mails alteraram a maneira como o posicionamento de marca ocorre por permitir novas ações que hoje alavancam resultados.

Ainda, seu impacto não fica limitado a relacionamentos com os clientes. Especialmente quando o assunto é manter as atividades internas alinhadas, a tecnologia tem desempenhado um papel cada vez maior, disponibilizando soluções diversas de hardware e software.

Não é raro encontrar negócios que substituíram ligações por mensagens em aplicativos em que grupos de funcionários também servem para divulgar recados. Nessa linha, há empreendimentos que investem em sistemas corporativos colaborativos com chat, agenda, compartilhamento de arquivos e videochamadas.

Essas plataformas são úteis, uma vez que centralizam todas as demandas, separam o pessoal do profissional e permitem um acompanhamento de como as trocas evoluem, dando segurança sobre a proteção de dados.

Nesse contexto, contar com uma infraestrutura de TI dimensionada para atender todas as funcionalidades de programas e aplicações em uso, minimiza o risco de indisponibilidade ou perda de dados. Desktops, notebooks, servidores e serviços que fornecem capacidade de processamento são imprescindíveis nessa medida.

Consolide todas as diretrizes em um manual

Apesar de a comunicação empresarial ter muito a ganhar com os contatos informais para discutir ideias e inovar, é preciso haver certas regras elaboradas para normatizar os fluxos mais formais. 

Padrões de linguagem e de formatação são princípios básicos nisso, cabendo o estabelecimento de modelos de escrita, tipos de documentação, formulários etc. Ainda, questões como frequência de reuniões e feedbacks ou quem deve ser incluído nos e-mails, ferramentas preferenciais, entre outras práticas, são alguns dos itens a serem descritos. 

Todos esses pontos podem ser abordados em um manual que engloba diretrizes e políticas, fornecendo exemplos para que não aconteçam mal-entendidos. Essa proposta visa direcionar a atuação dos colaboradores e esclarecer dúvidas. Portanto, seu livre acesso é indispensável.

Ademais, sua atualização e adaptação às mudanças torna esse documento uma garantia de qualidade para os processos comunicacionais, dando segurança para que os funcionários saibam como agir. 

Fortaleça esse tópico na cultura organizacional

A cultura organizacional abrange todas as crenças e as práticas que indicam como uma corporação espera que seus membros se comportem. Portanto, ela serve de referencial acerca da forma que a comunicação empresarial deve ser conduzida. 

Mas essa correlação não para por aí. É inegável o papel da divulgação dos valores corporativos para que se tornem ações. Frente a isso, fica evidente que se trata de uma via de mão dupla.

Entretanto, há uma confusão da comunicação como meio e como princípio, deixando essa segunda atribuição de lado. Em consequência, ele não recebe a devida atenção e cuidado, desqualificando as interações enquanto produz ineficiências.

Para afastar esse erro e os problemas que acarreta, o ideal é trabalhar esse tópico de maneira institucionalizada, a partir de programas que envolvem desde a realização de treinamentos até o estabelecimento de instrumentos ou métodos oficiais.

A liderança também é útil nisso, devendo servir de exemplo para os demais colaboradores, incentivar posturas adequadas e combater as abordagens incorretas com foco em melhorar continuamente.

Mapeie as falhas e gargalos periodicamente

A melhoria contínua somente funciona se houver uma busca por oportunidades de otimização e uma procura proativa dos problemas a serem superados. Porém, essas ações não podem ser desordenadas ou pontuais.

Um método simples e eficaz para isso é mapear os fluxos de comunicação empresarial a fim de identificar falhas ou gargalos. Esse processo permite visualizar como as interações ocorrem e priorizar a abordagem dos quadros mais urgentes.

Seu sucesso depende dos elementos que compõem as trocas — emissor, receptor, mensagem, meio, contexto e códigos — já terem sido identificados e classificados, possibilitando uma análise adequada.

Quais os riscos de uma comunicação empresarial ineficiente?

Tantas medidas para otimizar a comunicação empresarial não são um excesso de zelo. Afinal, a lista de riscos que não trabalhar essa questão corretamente gera é extensa. A começar pelo clima organizacional que sofre com atritos e ruídos.

Outro efeito se relaciona a eventuais mal-entendidos acerca de orientações e funções que podem levar a erros operacionais. Nesse cenário, desenvolve-se uma série de danos decorrentes dos anteriores, partindo de quedas na qualidade até a insatisfação do cliente.

Os prejuízos seguem com colaboradores sentindo-se inseguros sobre como proceder. Esse quadro tende a causar ansiedade e desmotivação, reduzindo tanto produtividade quanto proatividade. Estrategicamente, essas perdas significam menos resultados. Ou seja, é preciso estar atento para que elas não ocorram.

A comunicação empresarial é parte integrante do dia a dia de um negócio e está diretamente ligada ao sucesso corporativo. Por isso, investir em medidas para aprimorar seus processos leva a melhores resultados.

Quer uma dica extra sobre esse assunto? Confira este conteúdo e descubra por que investir em comunicação unificada!

O que você precisa saber sobre a tecnologia de gêmeos digitais

A aplicação dos gêmeos digitais sempre esteve associada a objetos físicos complexos, como turbinas eólicas, sistemas de manufatura, canteiros de obras e, em escala ainda maior, cidades inteiras. Um exemplo é o caso de Cingapura, que se tornou referência global depois de implementar um modelo digital completo de sua infraestrutura urbana.

Além disso, os gêmeos digitais também mostram sua capacidade de fornecer uma visão preditiva, em tempo real, sobre todos os aspectos de uma organização, desde a operação de ativos físicos até a gestão de processos.

Se você ainda não sabe como os gêmeos digitais funcionam, ficará surpreso com a integração com a inteligência artificial e demais tecnologias emergentes.

Se o futuro da gestão inteligente já era promissor, as novas possibilidades dos gêmeos digitais elevam esse potencial a outro patamar — e entender essa transformação é o primeiro passo para liderar essa nova era. Confira mais detalhes e entenda melhor!

O que é a tecnologia de gêmeos digitais?

Um gêmeo digital (digital twin, em inglês) é uma réplica virtual de um objeto, sistema ou processo real. Essas réplicas digitais são atualizadas em tempo real com dados provenientes de sensores e outras fontes. Elas servem para a realização de simulações e análises preditivas.

Embora o conceito tenha se popularizado recentemente, as raízes são antigas. Nas missões da NASA, na década de 1960, a agência já utilizava réplicas das espaçonaves em solo para simular e resolver problemas reais em tempo real — um exemplo do que chamamos de gêmeo digital, embora a tecnologia ainda não existisse como a conhecemos.

O conceito começou a tomar forma em 1991, quando David Gelernter, cientista, publicou o livro Mirror Worlds, no qual imaginava a criação de representações digitais do mundo físico. Porém, foi em 2002 que o termo ganhou um uso mais concreto. 

O Dr. Michael Grieves, então professor da Universidade de Michigan, aplicou o conceito à indústria, apresentando a ideia de usar gêmeos digitais para melhorar processos de manufatura e gestão do ciclo de vida dos produtos. 

Finalmente, em 2010, o termo “digital twin” foi oficialmente usado por John Vickers, da NASA, consolidando a tecnologia como a conhecemos hoje.

Como funciona?

Um estudo publicado em 2023 no periódico Decision Analytics Journal identifica que o funcionamento dos gêmeos digitais é sustentado por três aspectos: aquisição de dados, modelagem de dados e aplicação de dados

Para que esse processo funcione, quatro tecnologias principais são integradas ao conceito de gêmeos digitais: Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), Realidade Estendida (XR) e computação em nuvem. Continue para entender mais sobre o papel de cada uma dessas tecnologias na operação dos digital twins.

Internet das Coisas (IoT)

A Internet das Coisas (IoT) é a tecnologia fundamental no ecossistema dos gêmeos digitais, responsável pela coleta de dados em tempo real a partir do mundo físico. A IoT cria uma vasta rede de “coisas” conectadas, como objetos, dispositivos usados por pessoas e sistemas.

Sensores inteligentes são instalados em ativos físicos e geram um fluxo de informações sobre condições operacionais, como temperatura, pressão, vibração e desempenho. Esses dados são transmitidos para a duplicação digital do objeto físico. 

A interação entre o mundo real e o digital permite que as empresas monitorem seus ativos em tempo real. A importância dessa tecnologia é tamanha que, segundo previsões, até 2027, mais de 90% das plataformas de IoT terão capacidade de suportar gêmeos digitais.

Computação em nuvem

A nuvem oferece a infraestrutura para o armazenamento e processamento de grandes volumes de dados gerados pelos sensores IoT. Essa tecnologia possibilita que os gêmeos digitais armazenem informações em um ambiente virtual acessível de qualquer lugar.

Ela também viabiliza o processamento de dados em larga escala para reduzir o tempo necessário para simulações complexas e superar as limitações de armazenamento físico. 

Inteligência Artificial (IA)

A Inteligência Artificial (IA) é responsável por transformar dados brutos em insights. Por meio de algoritmos de machine learning, deep learning e redes neurais, a IA interpreta e analisa os dados captados para identificar padrões de comportamento e tendências operacionais.

A aplicação da IA em gêmeos digitais contribui para a realização de análises preditivas com alto nível de precisão, antecipando possíveis falhas e sugerindo ações corretivas antes que problemas ocorram.

Realidade Estendida (XR)

A Realidade Estendida (XR) é um termo abrangente que integra tecnologias como Realidade Virtual (VR), Realidade Aumentada (AR) e Realidade Mista (MR). São elas que proporcionam uma interface capaz de fundir os mundos físico e digital para criar ambientes interativos em tempo real.

Nos gêmeos digitais, a XR oferece a possibilidade de representar objetos físicos em ambientes virtuais tridimensionais. Assim, os usuários interagem diretamente com modelos digitais de ativos reais. 

Em aplicações industriais, por exemplo, a XR pode ser utilizada para treinamento de operadores, inspeção virtual de ativos e testes de manutenção em um ambiente controlado.

Quais são os tipos?

Existem vários tipos de digital twins que variam de acordo com o nível de ampliação do produto ou processo que representam. A maior diferença entre eles está na área de aplicação e na profundidade de análise que oferecem. 

Em muitos casos, diferentes tipos de gêmeos digitais coexistem dentro de um mesmo sistema. Nesse cenário, a ideia é obter uma visão mais completa do desempenho de ativos e processos. Na lista abaixo, apresentamos os tipos de digital twins usados pelas empresas para explicar suas principais diferenças e aplicações.

Gêmeo de componente

Esse é o nível mais básico e representa uma parte específica de um sistema. O gêmeo de componente foca no desempenho individual de um elemento, como uma turbina em uma usina ou uma peça de uma máquina industrial. 

A ideia é monitorar a integridade dessa peça para antecipar falhas e permitir manutenções preventivas antes que problemas maiores aconteçam.

Gêmeo de ativo

Nesse tipo de gêmeo digital, o modelo representa um ativo completo, composto por todos os componentes integrados. Ele serve para analisar o desempenho geral do ativo, observando como suas partes interagem. 

Um caso de gêmeo de ativo seriam as réplicas de máquinas industriais, em que o gêmeo monitora a operação conjunta das peças para identificar falhas e otimizar o funcionamento do equipamento como um todo.

Gêmeo de sistema

Esse tipo de gêmeo digital é um conjunto de ativos que trabalham em sincronia. Ele monitora a operação integrada de um sistema inteiro, como uma linha de produção em uma fábrica. O objetivo é identificar gargalos e melhorar a eficiência operacional em larga escala.

Gêmeo de processo

Focado em processos operacionais, esse gêmeo simula o fluxo de trabalho completo, incluindo etapas, recursos e interações. Um caso seria uma cadeia de suprimentos de uma empresa, em que o modelo fornece a possibilidade de simular cenários, encontrar formas de reduzir custos e melhorar prazos de entrega.

Onde pode ser usada?

A versatilidade dos gêmeos digitais demonstra seu potencial transformador em múltiplos setores. Confira as áreas mais comuns que contam com a aplicação dessa tecnologia.

Manufatura inteligente

Na indústria manufatureira, os gêmeos digitais permitem a criação de modelos virtuais de linhas de produção e equipamentos. Isso possibilita o monitoramento contínuo do desempenho, a previsão de falhas e a implementação de manutenção preditiva.

Gestão de infraestruturas

Empresas de engenharia e construção utilizam gêmeos digitais para modelar edifícios e infraestruturas. É uma forma de facilitar a visualização de projetos, realizar simulação de diferentes cenários e melhorar o uso de recursos.

Setor de energia

No setor energético, gêmeos digitais são empregados para monitorar redes elétricas e instalações de energia. Ao integrar dados em tempo real, é possível otimizar a distribuição de energia, prever demandas e identificar rapidamente falhas ou ineficiências no sistema.

Saúde e Medicina

A área da saúde se beneficia dos gêmeos digitais com a criação de modelos virtuais de órgãos ou sistemas corporais que podem auxiliar no planejamento de cirurgias, no treinamento de profissionais e na personalização de tratamentos.

Transporte e mobilidade

No setor de transportes, gêmeos digitais são utilizados para simular o fluxo de tráfego e otimizar rotas. Em aeroportos, por exemplo, essa tecnologia ajuda a gerenciar o movimento de aeronaves e passageiros.

Desenvolvimento urbano

Gêmeos digitais de cidades inteiras possibilitam que urbanistas e gestores públicos analisem o impacto de novos projetos, planejem infraestruturas e melhorem os serviços urbanos. Essa abordagem integrada promove um desenvolvimento urbano mais sustentável.

Treinamento e educação

Simulações baseadas em gêmeos digitais oferecem ambientes de treinamento realistas para profissionais de diversas áreas, incluindo desde pilotos de aviação até operadores de máquinas industriais.

Agricultura de precisão

Na agricultura, gêmeos digitais podem monitorar o crescimento das culturas, as condições do solo e o clima. Com essas informações, os agricultores têm a possibilidade de otimizar o uso de recursos, como água e fertilizantes.

Comércio e varejo

No setor varejista, gêmeos digitais ajudam a modelar o comportamento do consumidor e a disposição de produtos nas lojas. Os dados fornecidos podem embasar decisões relacionadas às mudanças de layouts, melhoria da experiência de compra e aumento das vendas com estratégias baseadas em dados.

Meio ambiente e sustentabilidade

Gêmeos digitais são utilizados para monitorar ecossistemas e prever impactos ambientais de projetos. A aplicação auxilia na conservação da natureza e na implementação de práticas sustentáveis.

Tecnologia

No setor de tecnologia, os gêmeos digitais estão se tornando fundamentais para a criação de data centers. A complexidade desses ambientes exige um nível elevado de monitoramento, e é exatamente nesse ponto que os gêmeos digitais podem ser úteis.

Além dos data centers, os gêmeos digitais são utilizados no desenvolvimento de dispositivos inteligentes e redes de IoT.

Quais são as vantagens dos gêmeos digitais?

Os gêmeos digitais vão muito além da simples simulação de ativos ou processos. Conheça todas as vantagens dessa tecnologia que fornece um elo entre sistemas físicos e digitais.

Planejamento estratégico com simulações

A tomada de decisões em ambientes corporativos exige previsibilidade e análise de cenários futuros. Com os gêmeos digitais, as empresas têm à disposição um ambiente virtual controlado, capaz de reproduzir fielmente os impactos de ações planejadas.

Essa capacidade de previsão se traduz em ganhos reais de performance. Dados da Capgemini, com base em uma pesquisa global com mais de 1.000 empresas, apontam um aumento de 25% no desempenho dos sistemas em organizações que utilizam gêmeos digitais, graças à eficiência proporcionada por simulações embasadas em dados reais.

Detecção antecipada de anomalias e falhas

A análise de dados em tempo real possibilita a identificação precoce de padrões que indicam potenciais falhas, incidentes ou anomalias operacionais. 

Segundo o relatório da Capgemini, empresas que adotaram gêmeos digitais registraram uma melhora de 15% em suas métricas operacionais, que se refletem na redução de custos associados a falhas inesperadas e na otimização do tempo de inatividade dos equipamentos. 

Promoção da sustentabilidade 

Os gêmeos digitais se mostram uma ferramenta estratégica para permitir a detecção de desperdícios, a redução no consumo de recursos e a minimização de impactos ambientais. O relatório da Capgemini também revela que organizações que utilizaram essa tecnologia obtiveram uma melhoria média de 16% em sustentabilidade

Quais são os desafios para a implementação?

Os gêmeos digitais revolucionaram a forma como as empresas simulam e otimizam ativos, processos e operações, mas transformar esse potencial em realidade não é simples. A implementação enfrenta desafios técnicos e estratégicos que exigem preparo e investimento.

Integração de sistemas e interoperabilidade

Falta de padronização e tecnologias incompatíveis dificultam a troca de dados entre sistemas, além de aumentar a complexidade e os custos de implementação. Sem uma infraestrutura de comunicação interoperável, os dados não fluem e comprometem o desempenho dos gêmeos digitais.

Gestão de dados em grande escala

Gêmeos digitais dependem de dados em tempo real — e em grande volume. Um único scanner 3D, por exemplo, pode gerar centenas de megabytes de dados por segundo. O verdadeiro desafio surge ao transformar essas informações em modelos digitais, o que exige sistemas de armazenamento e análise. 

Se não houver uma estrutura para processar e gerenciar esses dados, a tecnologia pode se tornar mais um peso do que uma solução.

Escassez de mão de obra qualificada

A implementação de gêmeos digitais exige especialistas em áreas como IoT, inteligência artificial e análise de dados — profissionais de TI que ainda são escassos em muitos mercados. A falta de conhecimento técnico pode atrasar projetos e limitar o potencial da tecnologia em empresas que desejam implementá-la.

As empresas interessadas em liderar nesse cenário precisam investir em treinamento e formação de equipes capacitadas para gerenciar essa inovação. Afinal, apesar dos desafios, fica claro que a tecnologia de gêmeos digitais tem muito a contribuir em operações de grande escala ou em empresas que lidam com diversos fluxos de informação internamente.

Se sua empresa busca transformar dados fornecidos por gêmeos digitais em decisões estratégicas, o próximo passo é entender como ser uma organização data-driven. Baixe agora o e-book gratuito da Positivoe descubra como implementar uma gestão baseada em dados.